segunda-feira, agosto 21, 2006

Pontapé de canto.

"A França pediu hoje a realização, nos próximos dias, de uma reunião de países europeus para que possam «clarificar» a sua contribuição para a força da ONU no Líbano (FINUL), afirmou o chefe da diplomacia francesa, Philippe Douste-Blazy. "

DD
Depois de andarem no Conselho da Segurança a pressionar um cessar-fogo imediato, a França voltou atrás, decidindo não enviar mais tropas para o Líbano. Esta decisão, além de embaraçar a ONU, revela a verdadeira face do governo que actualmente está em funções. Para quem não se lembra, a França tem em partes do Médio-Oriente, em África, parte do Sudeste Asiático e da América Latina irradiação mais forte que a América ou a Inglaterra. Por isso foi um factor crucial da força e do prestígio Ocidental e durante as crises, a França de De Gaulle a Mitterrand, nunca faltou à chamada. Com Chirac outro galo tem cantado. Há três anos convenceu Saddam de que não haveria invasão. Agora embaraça a ONU. Amanhã o que será?

Uma coisa é certa. Enquanto os franceses andam a entreter o mundo chutando para “pontapé de canto”, a tão necessária rapidez do posicionamento de tropas no Líbano, para evitar a transformação do cessar-fogo em tréguas, ficou comprometida.

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Uma das dissimulações no vocabulário utilizado pelos muçulmanos, perfeitamente observável no Fórum Islâmico da Web (www.myciw.org) e partilhado pelos seus aliados trotskistas (BE) e nazis (PNR), é a utilização da palavra sionista quando querem dizer judeu (o Corão é bem claro em termos de ódio e perseguição aos judeus e continua a ser interpretado à letra). Para quem duvidar convido ao seguinte exercício:
Imagine alguém que declara a sua pretensão de destruir Portugal, porque considera que a identidade nacional portuguesa é racista. Depois, imagine que essa pessoa nega constantemente ser anti-portuguesa, porque não odeia os portugueses, mas simplesmente Portugal e todos aqueles que acham que Portugal deve existir.
Agora, substitua «português» por «judeu» e «Portugal» por «Israel» e percebe-se como é absurdo o argumento dos que dizem ser anti-sionistas, mas não anti-judeus.

segunda-feira, agosto 21, 2006  
Anonymous Anónimo said...

Com o Chirac, a França tornou-se o país da vigarice...

segunda-feira, agosto 21, 2006  

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