Suspeita de Maus Tratos
É realizada hoje a autópsia à criança de dois anos que morreu em Mazedo, concelho de Monção, alegadamente vítima de maus tratos.
A criança deu entrada já sem vida ontem de manhã no Centro de Saúde de Monção, levada pelos próprios pais, que justificaram os hematomas na cabeça com uma queda nas escadas.
O Director da Segurança Social de Viana do Castelo confirmou no entanto à agência Lusa que a criança já tinha aparecido há 15 dias na creche, também com diversos hematomas. A Comissão de Protecção de Menores estava a acompanhar o caso e a GNR já participou o caso ao Ministério Público.
SIC
A criança deu entrada já sem vida ontem de manhã no Centro de Saúde de Monção, levada pelos próprios pais, que justificaram os hematomas na cabeça com uma queda nas escadas.
O Director da Segurança Social de Viana do Castelo confirmou no entanto à agência Lusa que a criança já tinha aparecido há 15 dias na creche, também com diversos hematomas. A Comissão de Protecção de Menores estava a acompanhar o caso e a GNR já participou o caso ao Ministério Público.
SIC
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2 Comments:
O resultado daautópsia deu que a criança morreu devido a lesões traumáticas e tinha sinais de lesões antigas.
Infelizmente não vamos cair na procura de um bode espiatório nas comissões, que tal procurar em quem as provocou?
Depois se foi participado ao MP quem não actuou?
Percebo que quem mais defende o aborto se preocupe em não deixar trazer mais crianças ao mundo, por via de lei, afinal sabem o que fazem ou fizeram ao povo e à mentalidade do mesmo.
O valor da vida humana não conta. Os animais irracionais têm mais respeito entre os semelhantes. Os jacobinos sabem o que fazem, o ministro da saúde actual é um hipócrita perigoso, ao defender o aborto até às 10 semanas em situações de absoluta normalidade. Pedirá prisão a quem o praticar às 10 semanas e 1 dia?
Quem lhe deu legitimidade para dizer que eu, pagador de impostos vou pagar mais este dislate da esquerda jacobina?
Esse é um outro lado destas agressões malvadas, Toupeira, também a considerar.
Mas quem pratica estes actos (supostamente os progenitores, neste caso) não deveria ter o previlégio de ser pai e mãe.
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