quarta-feira, junho 27, 2007

Águia-pesqueira.

Características:
Nome científico: Seu nome científico é Pandion haliaetus. É o único membro da família dos Pandionídeos, ordem dos Falconiformes.
Outro nome: Gavião-pescador ou Águia-pescadora, nome comum de uma ave de rapina cosmopolita, que na América Latina também é conhecida como águia-do-mar, guincho ou sangual. Recebe também os nomes de águia-pesqueira e gavião-papa peixe.
FILO: Chordata
CLASSE: Aves
ORDEM: Falconiformes
FAMÍLIA: Pandionidae
Envergadura: até 1,70 m
Alimentação: Alimenta-se exclusivamente de peixes.
Ninhos: feitos de galhos secos, algas e musgo, são construídos no alto das árvores ou sobre os rochedos. Aí a fêmea choca seus quatro ovos durante cinco semanas.
Filhotes: 4 ovos
Tempo de incubação: 5 semanas
Tempo de permanência dos filhotes no ninho: 30 dias

Habitat: Vive na parte ocidental da América do Norte, América Central e Antilhas, de onde emigra para a América do Sul. Habitam as regiões costeiras ou próximas de lagos e rios. No fim do verão, as águias-pesqueiras deixam a região onde reproduzem e partem parq o sul. Mas, na primavera seguinte cada casal vem procriar exatamente no mesmo lugar.

Características físicas: As águias-pescadoras ou marinhas têm bicos mais longos e pesados que os das águias-reais. Além disso, carecem de penas na parte inferior das patas. A barriga é branca, asas escuras e possuem uma faixa escura do olho à nuca.

Ao contrário da maioria das aves pescadoras, que apanham os peixes com o bico, a águia-pesqueira, ou aurifrísio, como também é chamada, pega-os com suas garras de unhas compridas e dedos escamados e rugosos. Assim, depois do vôo em mergulho - às vezes, de mais de 100 m de altura, a águia-pesqueira precisa se endireitar para agarrar o peixe.

Dizimada pelos caçadores, envenenada pelos inseticidas absorvidos pelos peixes, a águia-pesqueira é, além disso, vítima dos ladrões de ovos (gralhas, gaivotas e colecionadores). Por isso, é cada vez mais rara na Europa e na América do Norte.

Foi o Sudoeste Alentejano o último paraíso desta incrível ave, na Península Ibérica. Mas Portugal distraiu-se e não pugnou pela sobrevivência desta ave.

É na América do Norte que se estima existirem entre 20.000 a 30.000 exemplares.

Mas que ave é esta que tanto fascina o nosso imaginário?

Será o castanho cintilante da sua plumagem?

A sua cabeça branca? As suas imensas asas, abertas que parecem abraçar o infinito?

Será o seu voo lento ou a maneira suave como fica planando sobre os mares?

Ou é a forma caprichosa e peculiar como a fêmea se comporta durante o enamoramento?

E que dizer dos seus ninhos, construídos tão longe dos olhares indiscretos? E do cuidado com que protegem os filhotes? E a dedicação do macho, ajudando nas lides domésticas, mesmo na incubação?

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Esta informação não é correcta. A ave apresentada é uma águia-careca-americana ou pigargo-americano. Pertence á familia das Falconidae e não á familia das Pandionidae.
A.M.C

segunda-feira, junho 15, 2009  

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