sábado, dezembro 22, 2007

A fome é boa conselheira

Acerca do artigo: "Fidelidades e traições"

O Sr Cavaco é PR com o apoio do PS e para ser reeleito só o pode com o apoio de Sócrates.
Cavaco é tão sério como os outros políticos que querem o poder, ou seja, com esta frase não sou ofensivo, sou aquilo que ele, o Sr Cavaco é, dúbio quanto baste.
O Presidente francês defende a França depois de defender as orientações de Washington para a Europa, tendo dito o que disse, foi ao Afeganistão mostrar vassalagem à Nato e ao patrão, tão longe do Atlântico Norte...
A Alemanha, com uma mulher à frente, mantém uma política dúbia, não esquecendo nunca de olhar para os eslavos e de ter reconhecido as independências da Eslovénia e da Croácia, antes da guerra, mas não pode no caso do Kosovo ser dúbia.
Um estado manipulado com uma transmigração massiva não pode ter por base uma nação de mentira.
O poder dos Estados Unidos já não dá para tudo, quando muito para ser potência regional e em outsourcing.
Aqui está o cerne.
A França quer ser potência regional no continente sempre em oposição à Alemanha, as causas são antigas.
É disto que se trata.
Mas o grupo de oposição à Nato, não é de brincar e inclui: a Rússia e a China.
Portanto, ao presidente francês interessa que não haja referendo porque o tratado interessa à França.
Sócrates será traidor porque tomou compromissos que não devia e Sócrates não é Portugal.
O PR não é Portugal e nestas coisas não se pode substituir ao povo e à nação.
Os portugueses têm de aprender que os partidos são pequenas quintas e que eles são apenas ou ovelhas ou indivíduos que têm de saber onde está verdade e os interesses da nação de que fazem parte.
Os políticos e as elites deste sítio, em altura de crise, vendem-se por um prato de lentilhas.
O povo já nem lentilhas tem e a fome é boa conselheira.

Uma opinião ao comentador “Muito atento”:

A secularização das sociedades pode levar a situações que não esse extremo, ditado pelos dirigentes do Islão radical.
O século das luzes e o iluminismo, ideias dos filósofos essencialmente ingleses e depois aplicada à economia e importada da pior maneira para o continente foi uma das causas.
Não por culpa dos ingleses, mas por culpa dos estados continentais.
Assim, hoje como ontem, assiste-se a migrações que inevitavelmente levam os povos a agarrar-se, uns às religiões que baseiam os estados como o novo deus e outros agarrar-se à religião islâmica, porque o cristianismo e especialmente os católicos, são escorraçados pelos secularistas, uns apelidados de agnósticos, ateus, não esquecendo os criptojudeus, que também acreditam na vinda do salvador (deles).
Esta mescla de interesses, reflecte-se sempre na parte financeira e na economia das nações.
Assim, os estados nação mais fracos, irão sucumbir e a Europa dos direitos, com fronteiras cada vez mais abertas, graças à fórmula da teoria económica agora em voga e posta em prática pelo neoliberalismo, leva à destruição do ténue tecido social e familiar e , assim, com a destruição desta célula, a Europa das nações como a conhecemos há séculos, com as devidas diferenças dos tempos, será destruída.
O risco e o perigo não vem do Islão.
O risco e o mal está nas nossas casas, nas nossas comunidades e nos "nossos" governantes, que ao se governarem e ao se venderem, transformam os estados nação em estados de povos sem gerações renovadas, em jovens e ética e moralmente capazes.
Portugal quando usou a miscenização usou-a da maneira mais poderosa, com sentido de estado e bem.
Hoje, depois de Abril, nunca se fez qualquer integração, porque quem fez Abril estava ao serviço das superpotências ou da potência única, conforme se queira aceitar que por exemplo o comunismo, era uma religião, financiada e apoiada desde o início pelos plutocratas mundiais. Hoje é uma teimosia por conveniência ou por vergonha n de não perceber o óbvio
Os esclarecidos, e conscientes de Abril sabiam o que faziam e obedeciam a patrões. Não falo dos idiotas que por aí ainda proliferam e que ainda são vivos, muitos deles militares que fardavam como oficiais SS e outros que até uma companhia perdiam por nem saberem ler uma carta militar.
O neoliberalismo, ao criar os esquemas do flexiemprego e os baixos salários, acenando os gestores dos plutocratas, com o leste, os chineses e indianos, servem assim vários desígnios, a saber:
A destruição da sociedade e da célula familiar, tornando a mulher, hoje mais escravizada que nunca no trabalho, porque lhe disseram que podia ser independente, apesar de terem cursado as universidades. O custo, para as que querem, será o de não ter filhos, de não ser mãe ou ser mãe ausente, porque para cuidar das crianças há os técnicos dos infantários e o trabalho e a carreira está primeiro e a natureza não espera.
Estas mulheres, são uma minoria e ainda minoria mais minúscula a das que são mães em pleno, porque o podem ser, ( umas poucas centenas, se tanto ).
As restantes são a mão de obra mal paga, com horários superiores a 50 horas semanais e com ameaça de despedimento ao mais pequeno lamento.
As excepções a tudo isto, são as mulheres que servem a política ou a plutocracia, muito poucas.
Os jovens, filhos das classes médias, a extinguir, mesmo os universitários, ficam sujeitos ao emprego, das novas praças de escravos, as empresas de outsourcing, onde não se escolhem pelos dentes, como os muares e cavalos, mas pelo menor preço.
A grande maioria destes não tem futuro, nem possibilidade de criar filhos.
Assim, como será possível que se possa dizer que a segurança social é sustentável?
Com as pensões pagas aos proxenetas do Estado e das empresas públicas e com as percentagens vindas de salários miseráveis, nada fica.
Que o país é sustentável?
Nós? Com o muro de Espanha e com dirigentes e escol traidor e vendido aos espanhóis como antes de Filipe II?
Cuidam alguns, que quando o Euro foi negociado com o escudo forte, tal não foi encomendado pelos espanhóis e que a traição à nação não pode ser apontada (como na célebre frase de Filipe II)?
Cuidam outros, que o facto de os economistas que dizem que se não podem baixar os impostos não é uma traição ao país para servir Madrid?
Cuidam que estas gerações de políticos, inquinados pela traição, servem os interesses do nosso povo e do nosso país?
Veja-se o caso de Durão.
O de Guterres e de todos os outros que abandonaram ou endividaram
O caso deste PM que fica mais preocupado com o que possam dizer de Portugal do que das convicções políticas, (que duvido que as tenha), na condução das coisas do estado,
assim como duvido que saiba o que quer e se o souber, a gravidade do crime será dolo, inclinando-me mais para esta última.
Portanto, temos uma cruz que é nossa e temos que a carregar.
A Europa só se pode queixar dos dirigentes que teve e que tem.

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Caro Toupeira.

Entendo essa deriva mas o meu objectivo é alertar para os perigos reais da invasão daninha do islão em terras europeias. É uma intenção declarada por eles muitas vezes.

Concordarei consigo se disser que essa invasão só será possivel com a colaboração, intencional ou não, dos que traem a Europa, nas suas variadas componentes, para satisfazerem as suas ambições pessoais e ideologicas. Exemplos não faltam de que esse processo está em curso.

E para quem tiver a paciência de olhar com olhos de ver, chega certamente á conclusão de que há coordenação na implantação desse cancro na Europa, e não só.

Se não houver prevenção, a cura será muito muito dolorosa....


Aqui vai um exemplo da situação em um país europeu (Alemanha)

"A new study commissioned by Germany's Interior Ministry warns of a growing threat from the radicalization of Muslims in the country. Six percent of Muslims in Germany support violence in the name of Islam, the authors write.


A new study released by Germany's Interior Ministry has added new fuel to the debate about integration of Muslims in Germany, with the report warning about the danger of radicalization of Muslims.

According to the study, which was published Tuesday, around 40 percent of Muslims surveyed had a "fundamentalist orientation," which the authors defined as a strongly religious worldview and moral values.

However, the authors concluded that the vast majority of Muslims in Germany reject religiously motivated terrorism and violence: Some 92 percent of respondents agreed with the statement that terrorist acts in the name of Islam were a serious sin and an insult to Allah.

But the authors saw a potential threat in a small minority with Islamist leanings: Around 6 percent of those surveyed were classified as having "violent tendencies," while 14 percent of respondents had "anti-democratic" tendencies.

Around 12 percent of the Muslims in Germany identified with a religious-moral critique of the West and supported corporal punishment and the death penalty. The report also concluded that religious beliefs are becoming increasingly important for young people.

The study, which was carried out by Katrin Brettfeld and Peter Wetzels from the Institute for Criminology at the University of Hamburg, was commissioned by the Interior Ministry in an attempt to finding out the extent to which the Muslim community in Germany provides a breeding ground for extremist groups and potential terrorists. The authors interviewed 1,750 Muslims living in Germany for the study. Of that number, around 40 percent had German citizenship...."

O resto do artigo é muito interessante e pode ser visto aqui:

http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,524739,00.html

domingo, dezembro 23, 2007  

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