quinta-feira, abril 21, 2011

O Governo de Portugal

"Um dinamarquês e dois alemães, representantes do FMI, Banco Central Europeu e Comissão Europeia, convocaram os partidos, centrais sindicais e confederações patronais para lhes apresentar o programa político e económico da Pátria para os próximos anos.

Três homens, assessorados por três dezenas de técnicos, tomaram conta da Pátria. Há reacções indignadas. São sinceras, com certeza, mas não adiantam nem atrasam. Os indígenas percebem agora que o Presidente da República, os 230 deputados e as forças políticas servem para muito pouco ou mesmo para coisa nenhuma. São adereços caros de uma democracia que falhou em toda a linha nestes trinta e sete anos de vida. Agora, quem manda são três senhores. Chegam e sobram para formar o verdadeiro Governo de Portugal
. "

António Ribeiro Ferreira

2 Comments:

Anonymous Cidadão Comum said...

Quero agradecer o seu comentário porque:
1º- Realmente chega á minha conclusão que eu cheguei á alguns anos, o presidente da republica mais 230 deputados e todo o governo não servem para nada.
2º- Chegados a esta situação, vão todos os 230 deputados, presidente e governo em gestão, assinar e fazer-nos transmitir que mais nada há a fazer que reformas estruturais aberrantes, que vão atirar o já fraco desempenho económico português para o charco.
3º- Afinal pouca gente basta para governar este País, impor regras básicas económicas que á muito deveriam ser implementadas e seriam menos dolorosas para os cidadãos....basta ter capital financeiro para emprestar e rigor na gestão.
4º- o que nos espera será cortes nos salários para "promover" o investimento estrangeiro, que querem produtos a custos reduzidos sem terem muita despesas em logística, pois a fabricação de produtos em países com salário baixo ficam distantes......

quinta-feira, abril 21, 2011  
Blogger skeptikos said...

Enfim, seremos a nova China europeia! Amarelos já ficámos e em estado de choque com as contas ditas "públicas". Os olhos em bico virão após as eleições quando ficarmos a saber (somos sempre os últimos!) quantos furos mais iremos abrir nos nossos esfarrapados cintos que deixaremos como herança aos nossos descendentes.

sexta-feira, abril 22, 2011  

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