quarta-feira, junho 25, 2008

Não sabem? Soros explica à Comissão como fez no Congresso Americano a pedido.

O comissário europeu da Energia, Andris Piebalgs revelou hoje que a Europa tem petróleo suficiente.
Em declarações à imprensa, no final do encontro entre a União Europeia (UE) e a Organização dos Países Produtores de Petróleo (OPEP), em Bruxelas, Piebalgs negou haver falta de petróleo manifestando o desejo que o preço baixe.
Precisamos estudar os factores que influenciam o preço”, disse. As preocupações europeias em relação ao preço elevado do petróleo não tiveram resposta dos países da OPEP, por entenderem que a oferta é suficiente para satisfazer a actual procura.
A UE e a OPEP mantiveram hoje em Bruxelas o tradicional encontro a nível de ministros, que acontece duas vezes por ano, no âmbito do diálogo permanente entre as duas partes.
O presidente da OPEP e ministro argelino da Energia reafirmou que os países exportadores não planeiam aumentar a produção.
Chakip Khelil considerou que os preços elevados são externos à OPEP, atribuindo-os à crise dos mercados financeiros, à queda do dólar americano e a factores geopolíticos, como as ameaças dos EUA contra o programa nuclear iraniano.
O petróleo leve (light sweet crude) para fornecimento em Agosto aumentou USD 0,26 fechando a sessão de hoje, no mercado de Nova Iorque (NYMEX), cotado a USD 137,00/barril.
Em Londres, na bolsa ICE Futures, o barril de brent nos contratos futuros referentes a Agosto, aumentou USD 0,55 cotando-se em USD 136,46.

22 Comments:

Anonymous atento said...

Por vezes chego a pensar se toda esta crise não é mais que uma operação do BIN LADEN.

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous  said...

acho piada a estes economistas, gestores, especuladores, etc.,etc.. há uns tempo dizia a goldman sachs que o petroleo ia baixar. e realmente começou a baixar. mas dias depois dizia que ele ia chegar aos 150 dolares e imediatamente começou a subir. agora diz que vai chegar aos 200 dolares. porreiro. por aqui já se vê que não é a OPEP que inflaciona. Alguém me pode dizer se esta tal goldman sachs tem participações em campos ou empresas de extração de petroleo? é que se tem está explicado

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous Anónimo said...

Porque há-de chegar aos 200,dólares?srs exagerados,não especulem deixem seguir a economia em paz,bem basta o trichest senão ainda vocês,analistas das desgraças,vão aprender para a América

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous miguel said...

Os países que dependem a 100% da importação de petróleo, tem de se virarem para as energias alternativas. Carros eléctricos, se 50% dos portugueses tiver carro eléctrico quanto é que se poupa em combustível. Com a produção em massa de carros eléctricos, o preço do petróleo tem de sofrer alterações.

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous vasco said...

Exacto! Não é necessário perceber muito de economia para chegar á conclusão que a economia global está em risco eminente de colapso! Os senhores responsáveis pos estes aumento sucessivos querem ganhar tudo de uma vez, mas esquecem-se que ter muito dinheiro no futuro pouco lhes pode servir! Aliás, já era altura de as principais economias mundias porem mãos nisto e evitarem estas aglomerações de riqueza totalmente desajustadas e injustas! Quanto mais o petroleo sobe, mais os produtos encarecem... e mais os juros sobes... podendo cada vez mais, mandar famílias para as tuas por não poderem pagar as suas casas.... até onde poderemos todos nós aguentar?

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous souza said...

Ninguem quer nem ninguem gosta de coisas más, incluido eu. Mas, estamos a entrar no apocalipse de caracter global, conforme esta previsto na biblia!!! Não esperava que isto acontecesse tão rapido e ainda na minha vida, isto talvez fosse um acontecimento que se viesse a verificar depois. Desde miudo penso que esta opção pelo "ouro negro" tinha sido uma má opção, mas realmente nunca pensei que se chegasse ao que se chegou que já é muito grave. Se as coisas ainda se vao agravar mais então não sei o que vai ser da Humanidade. Se olharmos para o que esta previsto na Biblia, realmente o fim sera assustador, inexplicavel,...apocaliptico. Não tenho palavras para isto. A Humanidade não esta nem caminha no melhor rumo....

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous pp said...

Achamos que nos devemos preparar para uma invasão da terra arável pelos inumeros habitantes das cidades que se vão deslocar para zonas onde possam encontrar comida que faltará nas grandes cidades ou será demasiado cara por colapso dos transportes.

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous realiista said...

Estes comentários são hilariantes! "É o fim do mundo, está na biblia" Ahah! Realmente as pessoas têm memória muito curta... Basta vir uma recessão (que ocorrem ciclicamente e assim continuarão) para toda a gente pensar que é o Apocalipse, o fim da civilização, vamos voltar às cavernas! Onde é que vocês estavam no inicio da década de 90? Ou em 1979? Ou na crise petrolífera de 1973-75? Menos dramatismo por favor, isto não são as novelas da TVI...

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous Rogério Paulo said...

O aumento do preço do petróleo, inserido numa crise global de liquidez e retracção do crédito bancário, e num ambiente de aumento do preço da generalidade das ‘commodities’, é natural haver uma expectativa cada vez maior sobre uma subida dos custos das matérias primas e custos de distribuição, reflectindo-se na diminuição da margem, no aumento dos preços de venda, ou em ambos.

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous Rogério Paulo said...

Da mesma forma que a escrita chinesa, utiliza a junção de dois símbolos (caos + oportunidade) para descrever “crise”, os investidores têm neste momento também uma oportunidade de investir a desconto em muitas áreas e sectores. No entanto, e em relação ao passado recente, existem duas restrições importantes: nem todos o podem fazer devido à exposição e grau de ‘leverage’ obtido no passado; e o nível de ‘leverage’ que actualmente conseguirão deverá ser substancialmente menor do que o conseguido no passado, pelo que os investimentos irão consumir mais capitais próprios.

Desta forma, e dependendo do grau de apetência pelo risco, continuamos a beneficiar, na Europa, uma estratégia defensiva, constituída por empresas de sectores como são a energia, materiais básicos e ‘utilities’. Aumentando progressivamente o grau de risco, beneficiamos também empresas com um interessante grau de exposição ao Brasil, no qual se situam as empresas que têm sido o nosso alvo preferido no último ano.

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous arauto said...

UE precisa de política única para fazer face à OPEP . A falta de uma política única energética fragiliza a Europa na relação com a OPEP, considerou hoje a economista americana Laura Randall, no dia em que os responsáveis comunitários se encontram em Bruxelas com o cartel petrolífero.

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous confucio said...

A Honda já deu o mote com o automovel a hidrogénio, a GM também a Renault parece ter intenção também. A Europa deve ver aqui a oportunidade de se libertar do Petroleo e ao mesmo tempo combater a poluição.

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous mr said...

Durante o consulado de Delors (3 Comissões), na II comissão, foi assinada a Carta da Energia e o Comissário com a pasta era Cardoso e Cunha. Fizeram o que fizeram, num tempo em que as prioridades eram a preparação da U. Monetária e o alargamento a Leste. As propostas que se ouvem no seio da UE sobre energia vão desde o patético (sobre-imposto sobre o lucro das petrolíferas, excelente para aumentar mais o preço) até às parvoíces pegadas de Sarkozy, distraído com assuntos, convenhamos, bem mais apelativos. Quem lidera o processo, mas a partir duma base política frágil (não foi eleito) é Gordon Brown e, até ver, o Congresso (Senado e Cam. dos representantes) dos EUA, já que o problema é mundial. Agora a jornalista escrever que as anteriores crises da Europa foram brincadeiras de crianças...bem, ainda ontem vi o que sofreram os páras da 101º ao tentarem libertar a Holanda dos nazis. De certeza que os veteranos que lembram os seus mortos e os do inimigo têm uma opinião diferente. Só ali naquela batalha (operação Market Garden) combateram e morreram ingleses, americanos, alemães, holandeses e polacos. Não brinque é a senhora com o sangue de quem os libertou. O tema é bem escolhido e bastante quente, mas dispensa este género de infantilidades de muito mau gosto

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous harf said...

O negocio da energia é muito mais que estratégico,é crucial.Com os tristes políticos que nos governam Putin,astuciosamente, vai fazer da Europa aquilo que a ameaça militar soviética nunca pôde.

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous justino said...

Afinal para que nos serve sermos produtores de Urânio? Já se vê no horizonte que a energia do futuro será maioritàriamente eléctrica. Fábricas e transportes (ferroviários) serão cada vez mais movidos a electricidade e a sua produção procurada em alternativas não petroliferas. Porque esperamos para utilizarmos o Nosso Urânio? NEGÓCIOS DO PETRÓLEO FALAM MAIS ALTO ou é mais seguro morrer à míngua? Também acho, pelas mesmas razões, que é altura de se OPTAR por uma alternativa rápida de transporte internacional, que a nível do continente europeu substitua o avião e, isso só pode ser conseguido com uma rede de TGVs, por conseguinte, acho que os Partidos devem "inventar" outros argumentos de "arremeço" para ver se conseguem o "poleiro" e deixarem-se de criticarem a execução de infraestruras necessárias no próximo futuro, e isto, se quisermos ter algum nível de vida e de prosperidade no País.

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous nokas said...

Ao sr MR. Creio que as anteriores crises a que se refere o artigo são os choques petrolíferos do início dos anos 70, não as duas guerras mundias. A frase começa assim "O mundo está mergulhado num choque petrolífero que nos faz olhar para as anteriores crises...", aliás "choque petrolífero" era uma expressão que, até hoje, apenas se utilizava para definir essas duas crises energéticas dos anos 70, quase como um termo técnico, por isso a associação de ideias é imediata.

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous lc said...

1.Tenho o máximo respeito pelo Sr.DELORS,um Grande Amigo de Portugal e um dos Grandes Construtores da Europa. 2.Todavia,a História nunca se repete.E, o antigo eixo PARIS-BONA não se pode reconstruir , e a tal acontecer por absurdo não teria o mesmo significado numa UE-27 e num quadro global dum Mundo Novo que emerge( onde os poderes fácticos estão em trânsito para a Ásia). 3.Todos os cenários "moderados" apontam para a chegada duma nova geografia política multipolar. 4.Os desafios que aí estão são as alterações climatéricas,a escassez da água,a escassez da energia,a escassez dos alimentos essenciais,a progressão vertiginosa de novas e velhas doenças humanas,animais e fitosanitárias, a erosão dos solos e...a escassez de "horas trabalhadas" a partilhar entre "novos" e "velhos". 5.Os novos problemas geram novas oportunidades.Mas, aqueles que provocaram a actual situação não serão os mais recomendados para propor soluções concretas que acabem com a velha prática de atirar dinheiro para cima dos problemas,aumentando a inflação, aumentando o défice real e aumentando a dívida pública. 6.Só uma Europa Unida pode fazer face aos problemas que aí estão. 7.Só uma Europa Unida pode ter uma defesa e uma segurança europeia, pagas com um imposto europeu.Quem quer a sua independencia tem de a pagar e estar disposto a lutar por ela.Não há "chapéus de chuva" grátis.

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous Anónimo said...

A maior parte dos comentadores é gente nova. Não sabe que o sr. Delors foi quem começou a fuga para a frente,isto é, fazer a Europa de cima para baixo, deixando o povo rutopeu para trás ! Considero o sr. Delors um dos coveiros da Europa ! Há vários. Em Portugal é o sr. Soares.Não têm autoridade moral e politica para criticarem os dirigentes europeus de hoje, muito embora tenha de reconhecer-se que estes podiam fazer melho. Mas o mal está feito e, sobre ele, não vale a pena chorar. O recente voto irlandês é o último grito dos povos europeus contra a anti-democraticidade da construção europeia. A falta de união à volta da energia (matéria tão importante como a segurança e defesa ) é a prova de que a U.E. é um mito.

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous Anónimo said...

O Sr.Chakib é uma pessoa incrivel. Num mundo de economia de mercado, a OPEP é uma organização monopolista, que controla os preços não deixando que a procura/oferta seja respeitada. É verdade que os especuladores estão a ganhar fortunas mas a OPEP tambem. Se indundasem o mercado temporariamente com mais petroleo, os preço baixaria prejudicando os especuladores e evitando mais investimentos em futuros por parte dos mesmo. Até que é simples, mas porque a OPEP não quer arriscar? A resposta tambem é simples.

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous f said...

Abaixar os preços do Petrólio.... essa seria uma piada, agora que o cartel já viu o que uma especulação faz na bolsa, quem somos nos para os julgar, a OPEP faz o papel dela quanto mais ganhar melhor.... agora a industria automovel e que está na hora de começar a comercializar os carros a energia solar ou outra, porque assim desta forma o Burro e a Bicicleta vão passar a voltar a moda, porque ninguem conseguem suportar os combustiveis tão altos, e o governo não deve estar a espera que o patronato aumente os salários para suportar essas subidas, porque este manter o negocio nesta altura já é uma aventura negra

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous salvador said...

Segundo dados credíveis dos mercados financeiros, os especuladores detêm mais de 70% do mercado de futuros de petróleo. Que há diversos indícios que o vértice da especulação bolsista do preço do petróleo encontra-se no Dubai, nalgumas casas de investimento americanas e alguns bancos de Inglaterra. Por coincidência os principais protagonistas do eminente crash das bolsas há poucos meses que levou à falência do Bear Stern. Ao que parece a injecção de liquidez vinda do Dubai e de outros misteriosos benfeitores teve por contrapartida a escalada especulativa do preço do petróleo para níveis mínimos de 150 dólares por barril,como clama insistentemente nos mercados financeiros uma das mais importantes casas de investimento implicadas. A hidra do negócio todos a conhecem. O principal problema de desvendar o crime e de apontar o nome dos implicados na especulação do preço do petróleo são as consequências de tais notícias. Por isso não é de estranhar as declarações do comissário europeu para a Energia a desvalorizar a importância da especulação no preço dos combustíveis. Ele representa o papel de refém em que se encontra a elite política da União Europeia e as principais instituições de regulação financeira internacionais. O crime da especulação desenfreada do preço do petróleo muito possívelmente vai ficar impune. Que sirva ao menos de exemplo e que sejam tomadas medidas para que não se repita. Porque milhões de pessoas em todo o mundo estão a ser vítimas deste sórdido negócio especulativo.

quarta-feira, junho 25, 2008  
Anonymous Toupeira said...

Os chamados especuladores são os mesmos que criaram a crise subprime como o Goldman.
Agora estão a "investir" utilizando fundos de pensões e as verbas, já que gostam dos termos são de nível global.
Uma nódoa nunca vem só, se se reparar tem salpicos.
Lembram-se da Enron, pois então...
Quem se tramou?
Quem se irá tramar, serão todos os que investiram em fundos de pensões e não foram os Bancos essses investiram com.
Os economistas são indivíduos que pouco sabem... de economia, se não verifiquem quem está à frente de grandes empresas ou médias, esses habitualmente são políticos ou escrevem sobre uma coisas que tempos mais tarde se vem a verificar que são teorias para esquecer no mundo prático e volátil dos chamados mercados.
Sobre estes a sua desregulação é benvinda apenas para os especuladores institucionais e não intitucionais.
Veja-se a cambalhota que Zapatero teve que fazer em relação ao estado social, afinal o Consenso existe e é para cumprir.
Essa história dos libertadores é uma história proibida na Europa, pelo que não é possível falar sobre a mesma.
Os aliados alinham conforme os interesses dizem os cínicos, já o mesmo não diriam os seguidores de S.Paulo ou de Séneca, mas isso são outras histórias.
Quem acredita que a OPEP tem algo a ver com o preço a que está o crude e os combustíveis ou alinha com os especuladores ou então é analfabeto, nesta nova crise, nem os mercados emergentes estão a gastar mais, afinal quem cresce menos gasta emenos, qualquer merceeiro sabe disto.
Perguntem sobre o clube Bilderberg e já agora cá em Portugal quem foi à última reunião, do PS e do PSD.
Os economistas de serviço, que não chamem estúpidas às pessoas isso já não pega e quem sabe pouco, vai aprendendo e penso será sempre benvindo a opinar.

quarta-feira, junho 25, 2008  

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