Os "media" e a verdade.
"Aumentaram ontem as dúvidas sobre a autenticidade dos documentos que colocam em causa a assiduidade do serviço militar do Presidente norte-americano, George W. Bush. Este é um embaraço para a cadeia televisiva CBS, que os publicou, e para os democratas, que tiraram deles um aproveitamento político.
Na semana passada, a CBS deu a conhecer documentos datados do início dos anos 70, onde parecia provado que Bush beneficiara de apoios para entrar na Guarda Nacional do Texas e assim evitar ser enviado para o Vietname. Os documentos eram assinados pelo coronel Jerry Killian, entretanto falecido, que na altura chefiava o esquadrão da Guarda Nacional do Texas.
Mas uma análise detalhada feita pelo diário "Washington Post" parece provar que estes foram redigidos com a ajuda de um programa de tratamento de texto moderno, e não por uma máquina de escrever como as utilizadas pela Guarda Nacional naquela época.
O "Dallas Morning News", um jornal texano, publicava ontem uma entrevista com uma antiga secretária de Jerry Killian, Marian Carr Knox. "Eles não são verdadeiros. Não foi isso que eu dactilografei, e eu não os dactilografei para ele". Knox afirmou não apoiar Bush politicamente, porque o considera "não estar à altura das funções". "
Temos imensa saudades dos tempos em que podíamos confiar no que se lia na imprensa. Agora raras são as vezes que debitam mentiras. É a imprensa moderna norteada pelo chavão “direito a informar” (falsidades) e escudada na impunidade.
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