quinta-feira, maio 31, 2007

Desespero.

"De forma rápida e criteriosa. Foi assim que, cerca das quatro da madrugada de ontem, foi sabotado o metro do Porto, com cortes nos cabos de comunicação e obstrução de agulhas a condicionar toda a rede (mais aqui). "
Parece que a “Orquestra Vermelha” anda desesperada…

4 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Geral porque era extensiva a todos os sectores; públicos, cooperativos e privados.
Integral, porque não excluia ninguém.
Este governo do Sócrates trouxe a "inovação" de aumentar a idade de reforma e eu tive a felicidade de assitir a pessoas com mais de 65 anos a fazer greve, com satisfação, e a participar nos piquetes.Que maravilha exemplar.
Os números dos governantes são duvidosos(aliás eles tratam das pessoas como números)e a Greve geral teve um grande impacto a todos os níveis.
Parabéns a todos os trabalhadores que deram sentido e dignidade ao valor da força do trabalho que não é uma simples mercadoria como o considera a burguesia e o seu Governo.

quinta-feira, maio 31, 2007  
Anonymous Anónimo said...

Greve pouco geral porquê? Porque cada vez é maior a diferença entre muito ricos e muito pobres em Portugal! A classe média passou a pobre e não pode fazer greve porque os ordenados não deixam! Os ricos, são contra as greves, como sabemos! Por isso, cá voltamos a entrar num novo regime ditatorial mas agora inovador, porque dentro de um país que se diz democrático! São estes os números que o governo deve mostrar...os que fazem greve em conjunto com os grevistas de consciência que estão impedidos de fazer greve!

quinta-feira, maio 31, 2007  
Anonymous Anónimo said...

Penso, logo existo, verdade inegável. Mais, acredito ser um democrata. Aos ignorantes :
Deixei a todos, mesmo a todos, os trabalhadores a oportunidade de adesão à greve marcada para o dia de ontem. Não escrevi um único comentário mas, em contrapartida, li os daqueles que estavam a trabalhar nas fábricas, nos escritórios, nas repartições ou no partido. Tive, porém, o cuidado de ler os pagos à linha, à unidade ou por inspiração empresarial.
Nesta greve, os sindicatos tiveram a sua quota de participação essencial, muito importante. Só o poderá negar quem desconhece que eles são apenas os porta-vozes da vontade dos associados, cujo poder é soberano. Por tal motivo, os bastantes sindicatos, assumidos ?democráticos?, não aderiram, pois baloiçam entre defender, numa hora, os trabalhadores, noutra, os patrões. Enfim; coisas duma democracia que só alguns sortudos (?) entendem.
O direito à greve está para os trabalhadores como o Governo está para o país: Ambos existem por votos maioritários de intenção.

Não tive problemas de transportes, de horários, necessidade de efectuar qualquer compra ou de comer fora de casa. Não saí à rua, nem para comprar pão. Fiz greve a todas as actividades externas às paredes do meu lar. Estou satisfeito, pela expressão dos meus sentimentos. A minha jornada de luta foi por TODOS os portugueses, onde naturalmente me incluo, contra o emprego precário, o desemprego, pela educação, pela justiça, pelo nível de vida, pelo reconhecimento da nossa dignidade como ser humano, pelos nossos direitos e aspirações, contra as dificuldades impostas por um défice de que não somos culpados e um governo autista relapso.
Por alguma razão somos o país mais pobre da U.E. e o único onde, nas últimas dezenas de anos se convocaram greves gerais nacionais, com êxito.
Que me desculpe quem prescinde da representação ou comigo não concorda e que, se fosse possível, me cuspiria na cara. O amanhã é certo e, quando os ventos mudarem, o vosso cuspo retornará à origem, embrulhado no esterco do vosso intelecto. Até à próxima !. (Se autorizada)

quinta-feira, maio 31, 2007  
Anonymous Anónimo said...

Os professores já não contam para as estatísticas e devem fazer parte dos 5%( mais os outros 50%, claro) de Portugueses que não votaram PS. Porque mesmo tendo recolhido 46% dos votos, dizem que a maioria dos Portugueses votou neles. Logo, os 6% dos votos que faltaram para os 51% (maioria absoluta) deviam ser estes professores que agora não entram para a estatística. Os restantes são os aspirantes a professores-titulares que ( a julgar pelo método Jaculinino ) não podem fazer greve ,para não perderem o direito à nota máxima . Este método brilhante defende que um excelente funcionário deixa de merecer a nota Excelente se fizer greve, ou seja, mesmo sendo excelente, não pode ter uma opinião política diferente do Governo ou passa a ser "incompetente", por decisão administrativa, sem apelo nem agravo.

quinta-feira, maio 31, 2007  

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