Porquê catastrófico? Adiar o inevitável é que vai ser uma catástrofe.
Pior que este orçamento não há e aprová-lo será dar mais um tempinho a esta gente.
Eduardo Lourenço, que participou esta terça-feira num colóquio em Badajoz sobre nacionalismos na Península Ibérica, considera que a crise em Portugal está ligada à crise mundial e que seria muito grave que o Orçamento do Estado para 2011 não fosse aprovado
O chumbo do OE2011 seria «catastrófico» e «um triunfo da velha teoria de quanto pior melhor», disse o professor e ensaísta. «As pessoas que o desejam provavelmente não sabem o que estão a pedir», acrescentou.
Para o filósofo português, que reside em França, o que se está a assistir por toda a Europa são sintomas dessa crise, falando ainda numa «crise muito mais profunda», a dos Estados Unidos.
Eduardo Lourenço considera que o facto de Portugal estar na União Europeia é uma vantagem. «Apesar desta constatação que de a Europa não está neste momento com grande dinamismo no plano da política mundial, a verdade é que não temos outra alternativa. Esta Europa representa um concentrado do que há de mais dinâmico no mundo», disse.
Para o ensaísta, Espanha pode ser uma das saídas para Portugal dada a proximidade geográfica e também pelo facto de ter uma economia e empresas mais dinâmicas do que as portuguesas.
O que vai ser esmifrado em impostos não chega para 5 meses da dívida e tudo irá piorar.
A CEE não existe, e foi criada e irá ser destrída por Wall Street, tem dúvidas, continue a ensaiar ou seja a fazer ensaios. há muito que vivemos de ensaístas.
Eduardo Lourenço, que participou esta terça-feira num colóquio em Badajoz sobre nacionalismos na Península Ibérica, considera que a crise em Portugal está ligada à crise mundial e que seria muito grave que o Orçamento do Estado para 2011 não fosse aprovado
O chumbo do OE2011 seria «catastrófico» e «um triunfo da velha teoria de quanto pior melhor», disse o professor e ensaísta. «As pessoas que o desejam provavelmente não sabem o que estão a pedir», acrescentou.
Para o filósofo português, que reside em França, o que se está a assistir por toda a Europa são sintomas dessa crise, falando ainda numa «crise muito mais profunda», a dos Estados Unidos.
Eduardo Lourenço considera que o facto de Portugal estar na União Europeia é uma vantagem. «Apesar desta constatação que de a Europa não está neste momento com grande dinamismo no plano da política mundial, a verdade é que não temos outra alternativa. Esta Europa representa um concentrado do que há de mais dinâmico no mundo», disse.
Para o ensaísta, Espanha pode ser uma das saídas para Portugal dada a proximidade geográfica e também pelo facto de ter uma economia e empresas mais dinâmicas do que as portuguesas.
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