terça-feira, março 13, 2007

Ensaio sobre a cegueira.

"José Saramago criticou a manifestação de sábado, em Espanha, contra o executivo socialista, convocada pelo Partido Popular (PP). O escritor português considerou mesmo que o principal partido da oposição "vai pagar caro as tentativas de perseguição e derrube do Governo". O escritor, a viver há anos em Espanha, disse acreditar pouco na convocação de lesgislativas antecipadas, pois "o PP usa como único argumento político a ETA (mais aqui)."
O “nosso” escritor tem razão. A manifestação devia ter sido proibida e os responsáveis presos. Para mais, até nem foi por causa da ETA que Zapatero ganhou...

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segunda-feira, março 12, 2007

Zapatero.

"Pautada por invectivas ao presidente do Governo espanhol, a manifestação ontem promovida em Madrid pelo principal partido da oposição, a propósito do combate ao terrorismo, foi a esperada jornada de reafirmação política do Partido Popular (PP) e de exigência da demissão de José Luis Rodríguez Zapatero. Mariano Rajoy, o líder, não apelou ao derrube do Executivo, mas à mobilização da "nação espanhola". Já a multidão desdobrou-se em bem estudadas palavras de ordem "Zapatero, demissão"; "Zapatero traidor"; "Zapatero, não em meu nome"; "Zapatero anticristo"... "Queremos recuperar a Espanha que não se rendia ante os terroristas, que não se humilhava ante a chantagem, que não premiava os assassinos, que não menorizava as vítimas", disse Rajoy na Praça Colón (mais aqui)."
Zapatero que não desespere. O nosso politicamente correcto adora-o. Tal como a Al-Qaeda...

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domingo, março 04, 2007

Zapatero.

"O primeiro-ministro espanhol defendeu ontem a decisão do seu Governo de atenuar a pena do etarra Iñaki de Juana Chaos, indicando que esta opção não foi tomada por "medo ou debilidade", mas por "responsabilidade". Num discurso perante o Comité Federal do PSOE, José Luis Zapatero respondia assim aos "insultos e mentiras" do Partido Popular (PP), que acusou o Executivo de ceder à pressão (mais aqui). "
Já retirada do Iraque também foi por uma questão de respeito. Respeito à Al-qaeda. Mas não se pode criticar Zapatero, um dos expoentes máximos do politicamente correcto.

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