sábado, junho 09, 2007

Um "assassino em série" nas forças de segurança portuguesas

O requerimento da defesa foi apresentado na passada segunda-feira, na primeira sessão do julgamento, e contou com a oposição do Ministério Público e dos advogados das famílias das vítimas. A defesa pretende a realização de um novo exame pericial a António Costa, para determinar a sua imputabilidade ou inimputabilidade.

Durante a primeira sessão do julgamento, foi analisado o relatório de uma primeira perícia médico-legal, que concluiu pela imputabilidade do réu, acusado de mais sete crimes: três de ocultação de cadáver, um de profanação de cadáver, dois de coacção sexual na forma tentada e um de denúncia caluniosa. O antigo GNR incorre na pena máxima de 25 anos de prisão.

Correio da Manhã

É preocupante, que um "assassino em série", seja (também) um efectivo da Guarda Nacional Republicana.

Tão sinalizador, quanto o número de suicídios que se têm vindo a verificar na forças de segurança portuguesas, na última década.

Que tipo de avaliação psicológica é realizada ?
Qual é afinal o trabalho desenvolvido pelo Gabinete de Psicologia, nestas organizações, no que respeita ao rastreio psicológico dos seus agentes ?

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quarta-feira, março 21, 2007

Afinal...

"As agressões a professores afinal estão fora das prioridades da investigação criminal no anteprojecto já elaborado pelo Governo. O alerta foi lançado ontem, durante uma reunião do Conselho Superior do Ministério Público (CSMP), pela procuradora distrital de Lisboa, Francisca Van Dunem, que elaborou um parecer sobre o documento do Executivo (mais aqui)."

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