sexta-feira, julho 24, 2009

Petróleo.

"Os preços do petróleo seguem em alta nos mercados internacionais, acumulando oito subidas consecutivas em Nova Iorque, o mais longo ciclo de avanços em quase dois anos. Os peritos explicam as subidas do petróleo, que se encaminha para a segunda semana de ganhos, com a recente recuperação das bolsas, que tem alimentado as expectativas dos investidores de que a economia mundial já está a recuperar, o que levará ao aumento do consumo de combustíveis (mais aqui)"
São sempre curiosas as explicações para a subida do preço do petróleo. Será que os “amigos” especuladores conseguem acabar com a economia do petróleo muito antes do próprio petróleo começar a escassear?

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sábado, julho 21, 2007

A. P. L. - Palco de Irregularidades

A Administração do Porto de Lisboa (APL) gasta 829 mil euros com carros para administradores, directores e chefes de divisão, numa frota renovada de três em três anos. As conclusões são do Tribunal de Contas (TC) que ontem divulgou os resultados de uma auditoria feita no passado mês de Janeiro.

O documento refere que estes membros da APL recebem ainda um plafond trimestral para combustíveis, estacionamento e portagens.

Ao mesmo tempo, os custos com pessoal, que em 2006 atingiram os 18,6 milhões de euros, ou seja, 39% das receitas, foram considerados “excessivos”, obrigando a empresa a “recorrer sistematicamente ao endividamento”.

Isto numa empresa já “fortemente endividada” e palco de várias irregularidades.

Entre os principais problemas referidos no relatório, está o facto de a APL “não publicar a lista de adjudicações de obras públicas levadas a cabo pela empresa”, o que, além de ilegal, “não garante o cumprimento do princípio de transparência”. Acresce que esta empresa pública “recorre com frequência ao ajuste directo para adjudicação de fornecimento de bens e serviços”.

O TC que em Dezembro de 2006, as dívidas a médio e longo prazo da APL ascendiam a 22,9 milhões de euros, enquanto que a curto prazo atingiam os 34,3 milhões de euros. Dos clientes, a APL tem a receber, no total, 18 milhões de euros.

A Administração do Porto de Lisboa foi alvo de uma auditoria, realizada pelo Tribunal de Contas, onde ficou concluído que esta empresa foi palco de várias irregularidades.

Correio da Manhã

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domingo, junho 10, 2007

Obras públicas portuguesas custam o dobro do orçamentado

As obras públicas portuguesas custam, em média, 102% acima do valor orçamentado, noticia este sábado o semanário Expresso.

Os dados resultam de um estudo apresentado no Tribunal de Contas a partir de uma tese de doutoramento de António Flôr.

O estudo analisou 73 empreitadas escolhidas por terem sido auditadas pelo Tribunal de Contas.

As conclusões são que, em média, as obras acabam por custar mais 102% do que o valor pelo qual foram adjudicadas.

O desvio no custo das obras analisadas oscilou entre os 8% e os 724%.

Entre as obras abrangidas pelo relatório constam a Expo-98, os estádios do Euro-2004 e várias empreitadas do Metro de Lisboa.

O Metro de Lisboa é o campeão nas derrapagens de custos, com o recorde a pertencer ao Parque de Oficinas III, adjudicado por 14 milhões de euros, e que acabou por custar oito vezes mais.

Também nas linhas Restauradores-Baixa/Chiado e Rossio-Baixa/Chiado-Cais do Sodré, que ocupa a segunda posição no «ranking» das maiores derrapagens, o custo final foi 6,77 vezes a verba orçamentada.

As cinco maiores derrapagens de custos ocorreram quando a pasta das Obras Públicas era ocupada por Ferreira do Amaral (PSD).

Dinheiro Digital

Razões do défice, que a Razão, ........ neste caso conhece !
A sensação que me fica é a de uma ligeira náusea.

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