quarta-feira, agosto 12, 2009

E o desemprego continua a diminuir...

"O número de desempregados sem qualquer subsídio de desemprego está a crescer ao dobro da subida do desemprego (mais aqui)"

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terça-feira, agosto 04, 2009

Política de sucesso.

"GNR diz que dados de fogos e da área ardida em 2007 e 2008 foram alterados "por desconhecidos (mais aqui)"

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quarta-feira, junho 17, 2009

E a criminalidade continua a diminuir...

"O ministro da Administração Interna admitiu hoje ter havido uma «decisão técnica errada» de não identificar os crimes violentos por distrito no último Relatório Anual de Segurança Interna, afirmando que não se tratou de «uma decisão política (mais aqui)».

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segunda-feira, maio 18, 2009

Empregados desempregados.

"O Instituto do Emprego e Formação Profissional está a braços com uma denúncia anónima interna que garante que há "manipulação da contabilização de inscrição de desempregados". Um dos sindicatos da área do emprego, o SNTE, já reenviou a denúncia para o presidente do IEFP, Francisco Madelino, que refuta a "operação". Mas assume que houve um "erro". O "apagão" começou por ser denunciado por uma carta anónima dirigida ao Sindicato Nacional dos Técnicos de Emprego (SNTE), que foi depois reenviada ao IEFP. Na denúncia, à qual o DN teve acesso, uma fonte interna do instituto revela a razão para algumas contas sobre o número de desempregados não baterem certo: "O IEFP tem adoptado, na contabilidade de inscrições, um movimento que se chama 'mudança de categoria'. No último dia de cada mês aparecem em algumas inscrições uma mudança de "categoria 2" (novo emprego) para a "categoria 3" (empregado), feita a inscritos que não estão a receber subsídio. E que, portanto, não se apercebem da alteração do seu registo".

Segundo a mesma fonte anónima do IEFP, "a mudança é feita pelo utilizador Gdegestor ou operador, sempre no último dia do mês, às 00.00. Como se sabe, as inscrições de candidatos que estão empregados (categoria 3) não contam para o número do desemprego". A carta anónima, que é do conhecimento do próprio Ministério do Trabalho e da Segurança Social, como o DN pôde constatar em contacto com fonte oficial, diz que "a manipulação da contabilização de inscrição de desempregados permite a ocultação de milhares de desempregados inscritos, através de rolamento negativo permanente
(mais aqui)".

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sexta-feira, abril 10, 2009

Criminalidade.

"A criminalidade grupal aumentou 35 por cento em 2008, face a 2007, enquanto a delinquência juvenil desceu 43,7 por cento em igual período. CDS-PP acusa Governo de «manipulação estatística» (mais aqui)".
Simples. Os jovens passaram a adultos…

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sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Trabalhar em Portugal.

"O número anual de horas trabalhadas em Portugal diminuiu entre 2002 e 2006, revela um estudo do Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgado hoje. Com base nas horas trabalhadas, o INE conclui que a produtividade do trabalho em Portugal cresceu em média 1,2% ao ano, entre 2000 e 2006, com o valor mais alto a ser atingido em 2006 (1,6%) (mais aqui)".

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quarta-feira, fevereiro 18, 2009

Taxa de desemprego.

1/ "A taxa de desemprego caiu para os 7,6 por cento no final de 2008, um valor que representa um desagravamento face aos 8,0 por cento registados em 2007 e fica aquém das previsões do próprio Governo, que apontava para uma taxa de 7,7 por cento (mais aqui)"

2/ "A taxa de desemprego subiu para 7,8% no quarto trimestre do ano passado, um crescimento ligeiro face à taxa de 7,7% do trimestre anterior. Em termos homólogos não houve variação (mais aqui)".

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sexta-feira, setembro 12, 2008

Novas da justiça.

"O que é que não é surpresa?

Esta hecatombe e esquizofrenia legislativa do governo e esta onda de criminalidade que não vale a pena esconder.

Se há uma onda de criminalidade, em que baseia essa relação tão clara entre ela e a alteração legislativa?

Foram colocados na rua 50% dos presos preventivos. Dir-me-á que algumas dessas pessoas estavam presas e não deviam estar presas. Mas a esmagadora maioria foi posta em liberdade porque a moldura do crime pelo qual estavam indiciados era inferior a 5 anos...

Está a dizer que vieram cá para fora cometer crimes. Mas esses preventivos estavam presos à espera de julgamento. É expectável que um ano depois muitos tenham sido julgados e, se os pressupostos da prisão preventiva eram correctos, condenados - e presos de novo.

Sim, admito que sim, que alguns já tenham sido julgados e ficado em prisão efectiva, outros teriam já esgotado na prisão preventiva a pena possível, alguns poderão ter sido absolvidos... Mas alguns deles podem ter fugido. Eu não quero trabalhar nos ses, quero trabalhar com realismo... E aguardo que o Governo, depois de passar a onda de criminalidade, ponha cá fora estatísticas para sabermos se algumas destas pessoas, que estão a praticar crimes, não são pessoas que foram postas em liberdade, por via da alteração do Código (mais aqui)."

Entrevista ao Juiz Rui Rangel

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sexta-feira, maio 23, 2008

Números desactualizados.

"O Governo garantiu hoje que o relatório de Bruxelas que aponta Portugal como o Estado-membro com maior disparidade na repartição dos rendimentos baseia-se em dados de 2004, corrigidos posteriormente pelo Eurostat, o que "diminui o nível de desigualdade (mais aqui)".
Significa isto que dados sobre outros relatórios mais favoráveis da União Europeia sobre Portugal, também estão baseados em dados desactualizados?

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terça-feira, março 18, 2008

"Até parece que estamos no faroeste."

"Uma mulher de 29 anos foi alvejada ontem cerca das 11h30, no centro de Odivelas, apesar do movimento intenso de pessoas e veículos, depois de tentar resistir a um roubo por esticão, cometido por dois homens que se faziam deslocar numa moto sem matrícula. Alice Côrte-Real, moradora na zona manifestou-se preocupada com "o aumento da criminalidade na zona. Isto começa a ser tão diário que as pessoas já nem ligam. Desta vez deram mais atenção, porque houve um tiro (mais aqui)"

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E a criminalidade continua a diminuir...

1/ "Criminalidade na Grande Lisboa. Comerciantes vivem clima de medo (mais aqui)"

2/ "Os reformados que vivem no Cacém têm medo de ser assaltados. Os episódios de idosos que ficam sem nada por causa de jovens delinquentes repetem- -se todos os dias. A insegurança, os roubos por carteirista ou esticão, assaltos violentos dominam as conversas de café. Os mais velhos lembram o roubo que acabou em tragédia na semana passada. “Na escadaria ao pé da estação de comboios de Algueirão um rapaz roubou a mala a uma idosa, com um forte puxão. A senhora foi pelas escadas abaixo e morreu no mesmo dia. Como é que uma pessoa não há-de ter medo de andar na rua, mesmo de dia?”, pergunta uma reformada."

3/ "Gangs lançam terror na Linha de Sintra. Seis pastelarias em dez dias, apenas na Linha de Sintra, “só surpreende pela obsessão das pastelarias”, garante uma fonte policial. Porque numa semana recente de prevenção da secção de roubos da Polícia Judiciária terão sido contabilizados “40 assaltos à mão armada”, apenas na zona metropolitana de Lisboa. “Há comerciantes a querer fechar mais cedo, têm perdido clientela depois das 20h00. As pessoas têm medo de sair à rua”, diz o dono de um café
(mais aqui)".
Mas tal não impede que a criminalidade tenha diminuído, que não haja gangs e Lisboa seja segunda capital europeia com menos homicídios”

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domingo, novembro 04, 2007

E o desemprego continua a diminuir...

"Com 33 anos, Pedro Rodrigues trabalha a prazo num dos principais jornais do país e está bem consciente da quantidade de anúncios "precisa-se" que pedem gente com menos de 35 de idade. Cada vez mais próximo da fasquia perigosa das pessoas demasiado novas na profissão e demasiado velhas para começar de novo, é só um entre os mais de milhão e meio de portugueses que trabalham na corda bamba, com contratos a prazo na versão mais simpática ou simplesmente a recibo verde (as mais das vezes, "falso") no pior cenário. Com o passar dos anos, a precariedade tornou-se rotina para os mais jovens e a angústia começa na universidade. Em breve chegará ao Parlamento, se o Ferve, cada vez mais Fartos d'Estes Recibos Verdes, reunir o apoio necessário num abaixo-assinado já a circular (mais aqui)."

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