segunda-feira, fevereiro 11, 2013

Será assim o mundo da Troika?

"O tratamento desumano dado a doentes num hospital britânico em nome de cortes financeiros levou ontem o primeiro-ministro, David Cameron, a pedir desculpas por centenas de mortes negligentes em hospital do Reino Unido (mais aqui). Os gestores do hospital concentraram-se em cortar na despesa para cumprir as metas definidas pela tutela, mas fizeram-no à custa dos cuidados prestados aos doentes: muitas vezes, idosos ficaram horas sem comida ou água e deitados nas suas próprias fezes.  Alguns passaram tanta sede que tiveram de beber água de vasos... (mais aqui)"

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terça-feira, outubro 30, 2012

Alemães e o Euro

1/ "Os contribuintes alemães «vão ter lucros» com o programa de compra de dívida do Banco Central Europeu (BCE) desde que os países do Sul continuem a fazer reformas estruturais (mais aqui)"
      2/ "Suíça nega que tenha ajudado Alemanha e França a financiarem-se a preços de saldo (mais aqui)
3/ "A maioria dos alemães acredita que a Alemanha teria vantagem em estar fora do euro (mais aqui)"
E nós a pensar que os alemães eram inteligentes…


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segunda-feira, maio 28, 2012

A grande "chefe"...

segunda-feira, abril 23, 2012

Nós e eles...


"O país mais crítico e inflexível contra Portugal e Grécia devido ao alegado comportamento irresponsável e laxista no plano financeiro não conseguiu um acordo político para limitar o seu défice (mais aqui)"
Impressionante como a Europa está cheia dos amigos do Frei Tomás…

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segunda-feira, dezembro 19, 2011

Alunos desmaiam com fome na Grécia

"Os professores na Grécia estão preocupados com os vários casos que se têm registado nos últimos meses de alunos que desmaiam nas escolas por fome e desnutrição e já alertaram as autoridades para o caso. Os meios de comunicação deram conta do caso, mas as notícias foram catalogadas de exageros jornalísticos até que, há cerca de duas semanas, um rapaz de 13 anos desmaiou num colégio da Heraklión, a capital da ilha de Creta.

Quando a diretora avisou a mãe, que trabalha a tempo parcial numa empresa municipal e tem quatro filhos, ela disse que a sua família não comia nada há dois dias.

O assunto transformou-se em debate nacional e a imagem da comida a ser dividida nas escolas despertou, entre os mais velhos, o pesado inverno de 1941-42 quando, depois da ocupação nazi, mais de 300 mil pessoas morreram de fome
(mais aqui)"

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quinta-feira, novembro 17, 2011

" I love the smell of napalm in the morning..."

segunda-feira, novembro 07, 2011

10 anos de crise?

sexta-feira, maio 29, 2009

Petróleo.

"O secretário-geral da OPEP disse hoje que a recente escalada do petróleo está a ser conduzida pela melhoria do sentimento sobre a economia mundial e não pela procura (mais aqui)"
Há alturas em que a “mão invisível” deve ser “vista e sentida”…

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quarta-feira, maio 27, 2009

Economia, salários, subprime, comentadores...

"O governador do Banco de Portugal manifestou-se hoje contra uma descida dos salários em Portugal, considerando que isso provocaria um agravamento da recessão (mais aqui)"
Se a economia funciona como um processo de produção, distribuição, circulação e consumo dos bens e serviços, é necessário que o pessoal tenha de ter dinheiro para o gastar. Adiante.

"O que mais importa em economia é muitas vezes o que menos atenção obtém. É o que acontece com a ligação entre salários e produtividade: o pagamento obtido pelos trabalhadores versus o valor do que eles produzem. Mas a maior parte dos comentadores foca outras coisas. Eles tornam público o que os seus empregadores querem ver. Os políticos no poder repetem o que dizem os promotores de acções. Aqueles que apostam em quedas no mercado pagam aos seus comentadores para pintá-lo sombrio. Políticos fora do poder copiam-nos e prometem, quando eleitos, retomar a prosperidade de modo a que também possam imitar os promotores das acções.

Ao longo das últimas décadas, os trabalhadores produziram 75 por cento mais. Na linguagem da teoria económica, isto quer dizer quanto a produção por trabalhador – "produtividade" – aumentou. As corporações obtiveram mais 75 por cento de bens e serviços produzidos por trabalhador. Elas venderam aquela produção extra e assim obtiveram muito mais rendimento e lucro por trabalhador empregado. Mas o que elas pagaram àqueles trabalhadores não aumentou. Salários estagnados não permitiram aos trabalhadores comprar qualquer produção extra do que produziram.

Por que e como isto acontece? Nas últimas três décadas, as viagens aéreas, os computadores, a Internet e os telefones celulares mudaram todos os lugares de trabalho do planeta. As companhias sobreviviam à competição global se produzissem mais com menos trabalhadores. Assim, elas mudaram a tecnologia para substituir pessoas por máquinas, e a seguir pressionaram os empregados restantes a trabalhar mais arduamente e mais rapidamente. Ao mesmo tempo, elas mudaram a produção para lugares onde pudessem minimizar custos através da utilização de tecnologias e métodos de produção perigosos (pense nos brinquedos contaminados por chumbo ou comidas de animais de estimação com produtos químicos perigosos e assim por diante). Talvez elas tenham subornado ou persuadido autoridades locais a ignorarem a resultante ecológica, a segurança e os problemas de saúde; talvez elas apenas tenham olhado para o outro lado como na "falha de supervisão adequada". Em qualquer caso, o que importa e o que aconteceu foi que a produtividade aumentou.

Os salários, entretanto, não gotejaram em parte alguma porque as corporações (1) externalizavam o que haviam sido empregos por trabalho barato além mar; (2) importavam imigrantes que aceitavam trabalhar por menos; (3) ameaçavam exportar os seus empregos se os trabalhadores nacionais pressionassem por salários mais altos; e (4) financiavam políticos que legalizavam todas estas acções e enfraqueciam os sindicatos já em retrocesso.


E como sempre, um crescente exército de comentadores bem pagos nos mass media glorificaram a "eficiência da economia mundial". Algumas vezes, surgiam factos perturbantes a ameaçar a constante celebração (protestos anti-livre-comércio, escândalos envolvendo exportações tóxicas, etc). Os ditos comentadores descobriam meios de ignorá-los, desviar a atenção dos mesmos, e acalmar os seus públicos recordando as maravilhas da "nova economia moderna".

Mas a importância da ascensão da produção por trabalhador conjugada com salários reais estagnados é clara para qualquer um que a queira ver. É a exploração a ficar pior. A enorme dimensão do fosso produtividade-salários pós 1975 esmaga todas as minúcias estatísticas habituais. O fosso entre o padrão de vida que a sua produtividade crescente tornara possível e o padrão de vida que os seus salários podiam permitir tornava-se mais vasto a cada ano.

Muitos problemas que agora se desdobram na economia decorrem desta pioria da exploração. Famílias, culturalmente acostumadas a medir o êxito individual pelos níveis de consumo atingidos, experimentaram um congelamento de décadas sobre o quanto os seus salários podiam comprar. Tivessem elas limitado as compras àquele rendimento, elas não poderiam ter realizado o sonho do padrão de vida em ascensão.

Assim, elas rebelaram-se. Com os seus salários efectivamente congelados e nenhum sindicato, partido ou movimento sindical disponível para descongelá-los, os trabalhadores responderam individualmente. Mulheres moveram-se maciçamente para acrescentar trabalho assalariado ao seu trabalho doméstico. Famílias assumiram dívidas pessoais maciças . Quando famílias e finanças tornavam-se instáveis, as ansiedades cresciam. Inquietas por mudanças amedrontadores a muitos níveis, americanos procuravam tranquilidade ou fugas de novas pressões. Fundamentalismos desfrutaram de ressurreições: em igrejas, sinagogas e mesquitas, mas também em política, patriotismo, "valores da família" e teoria económica. Os escapismos floresciam – assistência a desportos, drogas, álcool, comida, mas também aptidão física, pornografia e os tecno-mundos privados do iPods, blogs, salas de chat.

A sub-prime é um eufemismo que se aplica a muito mais do que a empréstimos hipotecários de baixa credibilidade . A expressão descreve toda a economia dos EUA posterior ao período 1945-1975, após os experimentos do país com o estado previdência, uma massa de classe média, e consumo ascendente das massas. Os números da produtividade e dos salários reais anteriores – de 1945 a 1975 – eram muito diferentes. A produtividade cresceu muito mais rápido então do que subsequentemente. Mas a grande diferença é o que aconteceu aos salários reais: por hora, eles cresceram 75 por cento de 1947 a 1972, ao passo que por semana cresceram 61 por cento. Por outras palavras, os salários dos trabalhadores americanos cresceram então com a sua elevação de produtividade — exactamente o que deixou de acontecer após meados da década de 1970.

A economia do estado previdência de 1945 a 1975 foi guiada por dois temores inter-relacionados: de deslizar de volta para a Grande Depressão e de sucumbir ao socialismo. A história reduziu bastante tais temores de modo que, após 1975, os negócios puderam desfazer o New Deal e retornar aos fossos pré-1929 entre ricos e pobres. A maior parte dos comentadores pagos louva a reacção dos negócios como se ela fosse boa para toda a gente, mas os trabalhadores a sofrerem a nova economia sub-prime podem avaliar isso de forma diferente. A explosão de dívidas de trabalhadores adiou essa avaliação. Assim como, também, o fundamentalismo, escapismo e o ruído de todos aqueles comentadores.

Enquanto perdurar, esta economia sub-prime continua a depender muito mais das respostas dos trabalhadores do que da política do BCE, FED, da depreciação do dólar e do Euro ou do endurecimento do crédito."

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sexta-feira, maio 15, 2009

A nova moral.

"No 'site' de William Stewart, milhares de pessoas deixaram mensagens de apoio a este fora-da-lei que, desde Outubro, escapa à polícia, após ter violado a liberdade condicional. Já inspirou canções e 'T-shirts' (mais aqui).

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sábado, fevereiro 21, 2009

ONU.

"O Líbano atacou na manhã deste sábado Israel, lançando três projécteis a partir de Nakura. Um dos quais atingiu o norte do território israelita, na Galileia, provocando um ferido (mais aqui)"
O Líbano não tem uma força de paz (mais aqui)? Ou a ONU só serve para acusar Israel (mais aqui)?

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sexta-feira, fevereiro 06, 2009

A vida vai torta..

"Dez mil portugueses no desemprego em Espanha. Crise económica, desemprego a subir, exploração laboral, manifestações contra a contratação de estrangeiros. Realidades que estão a fazer regressar muitas pessoas a Portugal, onde a situação não é melhor (mais aqui)"

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segunda-feira, janeiro 26, 2009

Islão em movimento.

"O bispo de Alepo, na Síria, denunciou ontem, em Fátima, que "no Islão há tendências fundamentalistas que fazem tudo, directa ou indirectamente, para fazer os cristãos partir" do Médio Oriente e apelou à paz. "Na Europa, o secularismo e a exclusão de cristãos inquieta-nos e reforça os muçulmanos", sublinhou o prelado, lembrando o que os muçulmanos dizem: "Já não há fé, nem família, nem moralidade na Europa. Pacificamente, vamos pregar-lhes o Alcorão e vamos todos convertê-los ao Islão (mais aqui)."
Convém não esquecer que os muçulmanos contam com o apoio da “Orquestra Vermelha”, o que só lhes facilita mais a aplicação dos seus ideais.

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segunda-feira, julho 07, 2008

"A cidade das lâminas"

"38 pessoas esfaqueadas por dia no Reino Unido. A onde de crimes com arma branca em Londres (foram mortos 18 adolescentes este ano) está a causar o pânico entre os pais britânicos. Alguns pensam deixar a capital para proteger os filhos. O Governo encomendou 20 mil casacos à prova de facada para polícias, seguranças e professores (mais aqui)"

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terça-feira, julho 01, 2008

Juros.

"A inflação na Zona Euro deverá atingir em Junho os quatro por cento, o dobro do limite considerado ideal pelo Banco Central Europeu (BCE), e um recorde desde que foi criado aquele espaço económico em 1999. Trata-se de uma primeira estimativa publicada pelo Eurostat (organismo responsável pelas estatísticas da União Europeia), que torna praticamente certo um aumento das taxas de juro do BCE na próxima reunião de quinta-feira. A inflação é puxada em alta pelo preço do petróleo, que ultrapassou pela primeira vez, na quinta-feira passada, a barra simbólica dos 140 dólares em Londres e em Nova Iorque, e pelo preço dos produtos alimentares (mais aqui)".
Um espírito menos conhecedor pode pensar que o Trichet vai aumentar os juros para impedir o pessoal de gastar dinheiro em combustíveis e comida. Alguns dirão que o pessoal vai passar fome. Mas não. O Trichet tem uma explicação muito científica para isso.

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segunda-feira, junho 02, 2008

"Todos diferentes todos iguais".

"Leila Hussein viu o marido asfixiar e apunhalar a própria filha de 17 anos há cerca de um mês e meio. O homem decidira que a jovem merecia morrer porque tinha desonrado a família ao falar em público com um soldado britânico em Baçorá. Incapaz de suportar a dor de dormir na mesma cama com o assassino da filha, Leila deixou Abdel-Qader Ali, não sem antes ser espancada e deixada com um dos braços partido. Fugiu e recebeu apoio de organizações não governamentais que fazem campanha contra os crimes de honra. Esperava encontrar-se com um contacto que a iria ajudar a viajar para a capital da Jordânia, Amã, a 17 de Maio. O encontro nunca aconteceu. Leila foi atingida com três tiros, disparados por desconhecidos, e morreu no hospital apesar das tentativas que foram feitas para a manter viva (mais aqui)."

Há que compreender e aceitar os métodos desta rapaziada sob pena de sermos considerados racistas…

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quinta-feira, abril 24, 2008

Venda de arroz racionada nos EUA

"Algumas das principais cadeias de hipermercados dos EUA estão a racionar a venda de arroz, perante o receio de futuras restrições no abastecimento internacional deste cereal e uma consequente subida dos preços. Esta é uma medida considerada como «insólita» nos EUA, onde nem sequer durante a II Guerra Mundial existiram restrições à venda de alimentos (mais aqui)."

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terça-feira, abril 22, 2008

Liberdade de expressão.

"Papel higiénico literário promete revolucionar idas ao WC. Da Bíblia, por exemplo, foram escolhidos trechos do Apocalipse, do Cantar dos Cantares e dos Provérbios. Os textos sagrados budistas são O Sutra do Loto e o Livro Tibetano dos Mortos. A intenção dos sócios da empresa era também incluir trechos do Corão, mas tiveram medo da possível reacção dos islâmicos: «Tivemos medo, sim! Alguns até ameaçaram sair do projeto, se continuassemos», explicou o empresário (mais aqui)."
Engraçado como certas ideias de “merda” esbarram na “tolerância” das minorias politicamente correctas. Melhor, como a tão querida liberdade de expressão patina alarvemente quando certos heróis do intelecto sentem um bafo de ar nas costas.

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domingo, fevereiro 17, 2008

"All you need is love".

A religião da paz contínua na sua peculiar forma de demonstrar o amor e a tolerância para com as outras (neste caso contra o Dia de S.Valentim). Os ocidentais é que não estão à altura para perceberem.

Retirado do Blasfémias.

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terça-feira, janeiro 01, 2008

Todos iguais, todos diferentes.

"Quénia: 30 pessoas morrem queimadas em igreja no Oeste do país. Um jornalista da Reuters que se deslocou ao local adianta que as vítimas seriam, na sua maioria, de etnia Kikuyu, a que pertence o Presidente queniano (mais aqui)".
O politicamente correcto arrebentou com o continente africano. No eco do seu cinismo as barcaças continuam a chegar à Europa pejadas de iludidos. E ninguém quer realmente resolver o problema que afecta tanto a África e a Europa. Venham mais “Live Aid”…

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