Sobre a TAP, convinha que os senhores jornalistas antes de escreverem se informassem para não correrem o risco de serem intelectualmente desonestos ao “transmitir os recados” do regime.
Diz André Macedo no editorial de jornal Diário económico de ontem:
http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/opinion/editorial/pt/desarrollo/1139245.html
1/ “Os funcionários da TAP ainda hoje gozam de um privilégio bem ilustrativo do que ainda acontece em muitas empresas portuguesas: todos os meses, os trabalhadores da companhia aérea têm autorização para ir ao banco durante um período de três horas resolver os seus assuntos pessoais.”
Mentira. Tal já não existe. Informe-se !
2/ “Já foi pior: chegaram a ter o dia inteiro para tratar das suas finanças. Tudo tem uma justificação histórica, até este disparate: antigamente, os salários eram pagos por cheque, logo havia que depositar o dito.”
Ainda hoje as instalações da TAP estão distantes do aeroporto e para ir ao banco do aeroporto demora "algum" tempo. Agora imagine-se que na altura o aeroporto ficava longe da cidade de Lisboa e as actuais imediações eram campo puro… Até tinham vaquinhas das verdadeiras... Como se podia tratar dos problemas isolado no meio do campo se não houvesse essa dispensa? Como é fácil guiar um rebanho iletrado na matéria.
Aqui podem ver algumas fotografias que comprovam o mencionado
http://kkariz.multiply.com/photos/album/44
Convinha acrescentar que esse “privilégio”, já extinto, sobreviveu como moeda de troca em negociações laborais passadas com outros “privilégios”.
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