sexta-feira, março 02, 2007

Portugal no século XXI

"Dez mil famílias passam fome na região do Algarve. Dez mil famílias carenciadas do distrito de Faro – que representam 35 mil pessoas, sete por cento da população do Algarve – vão receber refeições e cabazes alimentares recolhidos e distribuídos pelos 500 colaboradores voluntários do Banco Alimentar Contra a Fome do Algarve (BACFA), lançado ontem (mais aqui)."
Claro que o aborto é de longe mais preocupante que a fome que se passa no Portugal do Século XXI.

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segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Assim vai o Portugal faz de conta.

"Desceu o número de trabalhadores a descontar para a Segurança Social. Segundo os últimos dados do Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, em Outubro do último ano estavam inscritas como pessoas singulares na Segurança Social com remuneração declarada e contribuições pagas 3 418 701. Um valor que representa uma queda de mais de cem mil pessoas face a Janeiro do mesmo ano quando estavam inscritas 3 526 180 pessoas. A redução coincide com um aumento sem precedentes dos trabalhadores portugueses inscritos na Segurança Social espanhola. Nos últimos 12 meses foi de 35 por cento a taxa de crescimento dos trabalhadores nacionais inscritos em Espanha. Em Janeiro deste ano, estavam registados 72 349, enquanto em Janeiro de 2006 o total era de 53 538. Em Janeiro de 2004, os portugueses inscritos na Segurança Social do país vizinho eram apenas 42 530 (mais aqui)."
Sócrates prometeu criar 150.000 postos de trabalho e está quase a cumprir. Afinal ele não mencionou em que país eram criados. Quanto ao não descontarem para a segurança social, o problema fica resolvido com mais uma enchente de imigração clandestina a quem vão oferecer casas de borla pagas com os impostos dos poucos portugueses que trabalham no país e descontam. Mas nem tudo é mau. O governo pode afirmar que o número de empregado diminuiu.

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sábado, fevereiro 24, 2007

Modernismo incompreendido.

"As pessoas manifestaram-se na rua em vários pontos do país e o Governo percebeu e foi obrigado a recuar. Teve medo das manifestações de rua, teve medo da contestação que um pouco por todo o lado surgia» disse Marques Mendes aos jornalistas, durante uma visita a Pampilhosa da Serra (mais aqui). "
O povo, apesar de votar favoravelmente, não compreende a modernidade de trocar as urgências por clínicas de aborto. Sinais que o país ainda não se adaptou ao tão necessário modernismo da esquerda politicamente correcta.

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