segunda-feira, abril 09, 2007

O habitual silêncio do Bloco de Esquerda.

"O CDS-PP vai solicitar a audição com «a máxima urgência» do ministro da Administração Interna em sede de comissão parlamentar, para que António Costa dê explicações sobre a «inacção» do Governo em matéria de segurança, noticia a Lusa (mais aqui). "
Estranhamos o silêncio do Bloco, eles que gostam tanto de chamar os ministros às comissões parlamentares. Será porque não tem nada a ver com o envelope 9? Ou será porque estão envolvidos os do costume? Se assim for, vamos ter um exercício intelectual do tipo “negar arrastão em Carcavelos”.

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domingo, abril 08, 2007

Estranhos espiões.

"Os marinheiros britânicos capturados por Teerão tinham por missão, nomeadamente, «trabalhos de espionagem» sobre o Irão no Golfo. A revelação foi feita pela cadeia de televisão «Sky News», que divulgou o testemunho de um dos marinheiros, antes de ser capturado. «Nós recolhemos também informações», explicou o capitão Chris Air, em entrevista à cadeia de televisão «Sky News», acrescentando que essas informações diziam respeito a «toda a espécie de actividades iranianas na zona» (mais aqui)."
Seria interessante que alguém explicasse aos jornalistas a diferença entre espionar e colher informações sobre actividades suspeitas. Especialmente quando não se está em solo inimigo. Mas para o pretendido (culpabilizar os ingleses) a notícia dá jeito. Logo não há explicações que valham…

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sexta-feira, abril 06, 2007

Falácias da imigração.

"É preciso não saber o que é Portugal, não conhecer a Murtosa que foi para Nova Jérsia, a ilha de São Jorge que se transferiu para a Califórnia, os arredores do Funchal que se estabeleceram em Caracas, é preciso não ter um vizinho que foi para as obras no Luxemburgo ou uma mãe que foi concierge em Paris para ousar ser tão mesquinho com imigrantes, a outra face de emigrantes (mais aqui)."
De facto é preciso não conhecer os portugueses emigrantes para os insultar desta forma tão baixa. Estamos a falar de gente que vai trabalhar no duro e não de “inactivos” premiados com o rendimento mínimo e casas de borla. São coisas totalmente distintas e incomparáveis por mais que a “Orquestra Vermelha” se esforce por demonstrar o contrário.
"O Diário Económico de ontem, num notável trabalho estatístico, explica do que os autores do cartaz estão a falar: basta de 7% da riqueza nacional (que é quanto valem os trabalhadores estrangeiros em Portugal). Esses 5% da po- pulação em Portugal e que são de 9 a 10% dos trabalhadores em Portugal (quer dizer, trabalhando o dobro dos cidadãos nacionais) geram uma riqueza de 11 mil milhões de euros por ano, tanto quanto a Portugal Telecom, a maior empresa nacional. Portanto, diz o cartaz: "Boa viagem PT, vai-te embora! (mais aqui)"
Esquecendo o "pequeno " pormenor de que a imigração ilegal não desconta e por isso interessa aos esclavagistas do século XXI, seria curioso se essa “fabulosa” riqueza fosse comparada com os custos originados pelos subsídios de rendimento mínimo, casas de borlas e restantes regalias que usufruem esses imigrantes. É fácil mostrar o tapete persa esquecendo o lixo que por baixo se tenta esconder.

P.S. Curiosa essa comparação com a PT. Se fosse feito um inquérito por certo a maioria dos portugueses queria que eles fossem postos a andar. É só olhar para as facturas …

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segunda-feira, março 26, 2007

Dualidades de critérios.

"A CDU manifestou ontem, em comunicado, preocupação com a situação da autarquia de Salvaterra de Magos liderada pelo BE, afirmando que mais um dos seus eleitos (o terceiro) foi constituído arguido. Para a CDU, o facto de terem sido constituídos arguidos a presidente, um dos seus vereadores e agora o presidente de Juntaperturba a gestão desta maioria BE, se é que a não torna politicamente incompatível com as condições mínimas que permitam a defesa dos interesses das populações”. Ana Cristina Ribeiro foi alvo, sexta-feira à noite, de um jantar de “solidariedade” que contou com a presenças do coordenador nacional do BE, Francisco Louçã, que elogiou a política da “justiça e da transparência” de Ana Ribeiro, sem nunca se referir ao facto desta ser arguida desde Julho de 2006 e ter sido alvo de investigações por parte da PJ (mais aqui)."

Evidentemente, como Louça superiormente conseguirá explicar, são situações distintas, pelo que só interessa o que se passa na Câmara de Lisboa. Tal como se nota pela forma da nossa comunicação social abordar estes dois casos.

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