quarta-feira, julho 04, 2007

Imigração de qualidade.

"Apanhado em flagrante por dois vizinhos: um jovem de 20 anos, desempregado, estrangeiro de origem africana, procurava entrar numa moradia da Aldeia do Carrasco, em Portimão, quando a sua acção foi detectada, iniciando-se uma perseguição concluída com êxito (mais aqui)."

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quinta-feira, abril 05, 2007

Desencontros.

"Um gang de cinco indivíduos armados com três caçadeiras de canos serrados, ou shotguns, assaltaram ontem à noite e no espaço de uma hora dois restaurantes, em Telheiras, Lisboa, e no Cacém, Sintra. Os assaltantes, referidos como sendo de etnia africana, com idades entre os 15 e 23 anos, actuaram encapuzados e fugiram numa carrinha BMW furtada horas antes na zona de Lisboa (mais aqui)."

Novamente quem deve ter ficado chateado é o comissário para a Imigração e Minorias Étnicas Rui Marques. Apostamos que ele gostaria de estar presente para receber e cumprimentar estes amigos que nos ajudam a construir nosso Portugal.

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quinta-feira, março 22, 2007

Solução.

"A Plataforma Artigo 65 criticou esta terça-feira a intenção do presidente da Câmara do Porto (CMP) de avançar com as demolições das barracas do Bacelo, onde residem 16 famílias ciganas, sem ter em conta a providência cautelar apresentada segunda-feira. As 16 famílias, a maioria de etnia cigana, que incluem 23 crianças, têm até terça-feira para abandonarem as barracas, nos termos de uma notificação que lhes foi entregue quinta-feira pela CMP. Contudo, a Plataforma diz que o realojamento em pensões é impossível dado que as famílias têm «galinhas, burros e outros animais. As próprias famílias não aceitam o realojamento em pensões (mais aqui)."
A melhor solução seria dar uma herdade a cada cigano. Assim já não tinham problemas com os animais. E podiam levar também com eles os ratos e as carraças que as actuais vizinhas agradecem.

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quarta-feira, março 21, 2007

Ciganos.

"O alívio dos vizinhos contrastava esta terça-feira com os lamentos da comunidade cigana residente no Bacelo, freguesia de Campanhã, Porto, onde se aguarda, a todo o momento, a chegada das máquinas para derrubar as barracas onde residem, noticia a Lusa. «Isto aqui é uma badalhoquice. São ratos mortos, carraças por todo o lado, fazem-se as necessidades ao ar livre o onde calha. Isto é uma vergonha, espero que finalmente se vão embora», queixava-se uma vizinha" (mais aqui).
Não se preocupem que esses senhores das organizações que defendem tudo e todos vão ceder casas aos ciganos. Há que dar o exemplo.

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