sexta-feira, abril 06, 2007

Cartaz Fedorento.

"Cartaz dos Gato Fedorento já foi retirado(mais aqui)."
Um cartaz que diz mal dos portugueses e, por conseguinte, dos próprios autores, só demonstra a mentalidade portuguesa, aonde alguns “sábios” se julgam muito superiores ao comum do cidadão. Independentemente do mérito, foi uma manobra de génio aonde os “comediantes” conseguiram obter publicidade à custa de um assunto sério traduzido numa piada de mau gosto e, ainda por cima, xenófoba aos próprios portugueses.

Claro que a “Orquestra Vermelha” rejubilou de alegria. Afinal são estes “grandes combates” que lhe resolvem os problemas do país.

De qualquer forma seria interessante saber quem financiou o cartaz.

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quarta-feira, março 28, 2007

Puro mediatismo.

"Esta Assembleia, órgão por excelência da soberania popular e sede primeira da democracia - essa democracia que o fascismo proibiu e espezinhou - tem o estrito dever de exigir da televisão pública as explicações que são devidas à luz do regime legal e constitucional a que está vinculada. Farsa particularmente atentatória dos valores da democracia e da liberdade que inspiram a Constituição da República, ao promover a apologia grosseira do regime salazarista e do ditador que o chefiou durante 36 anos, sem respeitar os critérios mínimos de rigor e isenção, num estilo hagiográfico digno dos piores episódios de falsificação e primarismo dos aparelhos de propaganda do Estado Novo. A forma como decorreu a votação para a eleição do «maior português de sempre» foi igualmente alvo das críticas de Fernando Rosas, que classificou o processo como uma «fraude» e «um despique de claques em que cada um votava quantas vezes lhe apetecesse».

Sublinhando que enquanto cidadão, historiador e professor sempre defendeu e praticou «a mais completa liberdade de estudo e abordagem da história contemporânea», já que o «pluralismo de escolas de pensamento é o cerne da liberdade de expressão» o deputado do BE lamentou que essa ideia não tenha também sido seguida pela RTP. «Isso foi precisamente o que não fez a RTP com o seu concurso farsa e a sua rasteira apologia do salazarismo», salientou, lembrando que a ditadura militar representou o principal factor de bloqueio à modernidade política, económica, social e cultural do país no século XX. «A democracia portuguesa, precisamente, nasceu da negação e da destruição desta infâmia política e moral», acrescentou
(mais aqui)"
Parece que os paladinos da democracia aproveitam tudo para conseguir espaço mediático. Enfim.

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