quinta-feira, janeiro 31, 2013

72% não conseguem pagar as contas no fim do mês

"Em meados de 2012, três em cada quatro portugueses (72%) chegavam ao final do mês com a conta a zeros e sem conseguir pagar as contas todas. Esta realidade irá agravar-se neste ano com a subida dos impostos (mais aqui)"

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quarta-feira, setembro 26, 2012

Impostos.

segunda-feira, setembro 24, 2012

Segurança Social

É fartar vilanagem...

"Por situações de reforma, fim de contratos laborais ou reestruturações internas, as organizações estão a substituir trabalhadores e a oferecer remunerações inferiores a quem entra para as mesmas funções (mais aqui
Como disse Cavaco Siva no comunicado onde anunciou a promulgação do diploma nova lei, esta deverá assegurar", a partir de agora, a estabilidade das normas reguladoras das relações laborais, com vista à recuperação do investimento, à criação de novos postos de trabalho e ao relançamento sustentado da economia portuguesa (mais aqui)".

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quinta-feira, setembro 13, 2012

Desigualdades

"Portugal é o país da União Europeia, com exceção da Letónia e Lituânia, a ter maiores desigualdades na distribuição dos rendimentos das famílias, revela um estudo que vai ser apresentado esta sexta e sábado em Lisboa (mais aqui)"

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quarta-feira, agosto 08, 2012

Em queda...

"Encomendas à indústria caem 4,3% em Junho (mais aqui)"


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terça-feira, fevereiro 14, 2012

Portugal para aonde vais?

1/ "Portugal é terceiro da OCDE com mais desempregados (mais aqui)"

2/ "Queda do PIB duplicou no fim de 2011 (mais aqui)"

3/ "Economia portuguesa "está em risco de colapso" por falta de financiamento (mais aqui)"

4/ "As estatísticas, na sua frieza, mostram um cenário de incumprimento sem paralelo. São cada vez mais as famílias sobreendividadas, a quem o crédito levou tudo (mais aqui)"

5/ "Portugal a caminho do quarto ano de recessão (mais aqui)"

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terça-feira, janeiro 24, 2012

Exportações.


"Novas encomendas às fábricas nacionais sofreram queda recorde em Novembro. Apesar de ter um comportamento particularmente volátil, este é mais um indicador que sugere o aprofundamento do contexto recessivo e a perda de vigor do único motor que tem impedido a economia portuguesa de se afundar ainda mais: o exportador. Novas encomendas caíram 25% em Novembro, dez vezes mais do que a média da Zona Euro (mais aqui)"
Não há dúvida que uma boa ideia é uma boa ideia... E então quando vem de longe…

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terça-feira, janeiro 17, 2012

Trabalhar...



1/ "Trabalha-se muito em Portugal mas a produtividade é baixa (mais aqui)"

2/ "Os três dias extra de férias que hoje existem ligados à assiduidade serão eliminados, o que reduz o tempo máximo de férias para 22 dias. Também serão cortados quatro feriados (mais aqui)
Quem diria... Não é que encontraram a “solução perfeita”…

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terça-feira, janeiro 10, 2012

PIB afasta-se...

"PIB per capita português afasta-se da média do euro (mais aqui)"

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domingo, maio 18, 2008

80% dos primeiros empregos são de vínculo precário

"Muito se tem falado sobre o crescimento da precariedade laboral em Portugal. À custa de contratos a prazo, recibos verdes e outros vínculos instáveis, cerca de 20% dos trabalhadores têm um emprego instável. Em dez anos, este fenómeno agravou-se em 47% e afecta já 873 mil pessoas. Porém, tendo em conta que o fluxo entre contratados sem termo e a termo é relativamente neutro, como se explica este aumento tão acentuado? A resposta está nos estreantes no mercado de trabalho, ou seja, nas pessoas que começaram a trabalhar pela primeira vez - a maioria dos quais, jovens.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), solicitados pelo DN, quatro em cada cinco pessoas que entraram pela primeira vez no mercado de trabalho e com menos de seis meses de antiguidade nesse emprego possuem um vínculo contratual precário. E tal como acontece no universo total de trabalhadores, também neste segmento os contratos a termo têm vindo a ganhar importância. No primeiro trimestre de 1998, 69,8% das pessoas que se estrearam no mercado laboral nos seis meses anteriores tinham contratos precários; em 2004, esta percentagem já era de 76,2%; para, em 2008, atingir os 82,7%.

A maioria destes jovens trabalhadores estão a prazo. Dos 63 mil trabalhadores que, segundo o INE, declaram estar a trabalhar pela primeira vez há menos de seis meses, 42 mil tinham contratos a termo e 10,1 mil tinham recibos verdes (ou outros regimes precários). Apenas 11 mil, ou seja, 17% dos novos trabalhadores disseram ter obtido um emprego seguro.

Lei promove precariedade

Em teoria, a contratação a termo só é admissível para "satisfação de necessidades temporárias" das empresas e "pelo período estritamente necessário". É isso que diz o Código do Trabalho. Porém, o mesmo código estabelece que, para além dessas situações, "pode ser celebrado um contrato a termo" com "trabalhadores à procura de primeiro emprego ou de desempregados de longa duração". Ou seja, para estes trabalhadores não se impõe o carácter temporário da contratação a termo, o que o legislador justificou com a necessidade de fomentar o emprego.

Não se sabe ainda se esta cláusula se vai manter no futuro. O Código do Trabalho está a ser revisto, mas, até agora, apenas se conhece um documento do Governo no qual são definidas as linhas orientadoras da alteração legislativa. Nesse documento, é proposta a redução do período máximo admissível para a contratação a termo de seis para três anos. Simultaneamente, o ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, Vieira da Silva, defende um agravamento da taxa social única para os contratos a termo.

O INE divulgou na sexta-feira os resultados do último inquérito ao emprego, relativo ao primeiro trimestre de 2008. A taxa de desemprego fixou-se nos 7,6%, o que representa uma ligeira redução face ao trimestre anterior (7,8%), mas uma diminuição significativa relativamente ao trimestre homólogo de 2007. A quebra foi mais sentida entre os desempregados que procuram emprego há menos de 12 meses
."

DN

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terça-feira, janeiro 01, 2008

Ó Zé, vê lá se pagas e não bufas!!!!

"Os consumidores portugueses enfrentam, este ano, aumentos de preços de bens e serviços acima da estimativa do Governo para a taxa de inflação. As subidas de preços abarcam portagens, electricidade e bens essenciais como o pão (mais aqui)."

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quinta-feira, novembro 22, 2007

Portugal é o sexto país mais pobre da OCDE

"Portugal é o sexto país mais pobre dos 30 estados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) (mais aqui)."

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sábado, novembro 17, 2007

Economia.

"A economia portuguesa continua a mostrar-se incapaz de dar resposta ao aumento da população activa, ou seja, o universo de pessoas que estão disponíveis para trabalhar. No terceiro trimestre deste ano, o número de empregados cresceu 0,3% em termos homólogos, menos do que a população activa, que aumentou 0,7%. Resultado: o número de desempregados subiu 6,5% para 444,4 mil, próximo do máximo histórico de 460 mil, atingido no 1º trimestre deste ano. No total, são mais 27 mil desempregados do que em igual período do ano passado.

O primeiro-ministro regozijou-se com o facto do desemprego estar finalmente "contido" e sublinhou que a economia portuguesa criou 106 mil postos de trabalho desde o primeiro trimestre de 2005. Porém, se a comparação for feita com o trimestre homólogo desse ano, o crescimento de emprego é inferior, com mais 70 mil empregos. Por outro lado,
aquele número avançado por José Sócrates não leva em conta a destruição de 32 mil postos de trabalho que ocorreu no mesmo período (mais aqui)."

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quinta-feira, novembro 01, 2007

Ensino.

"PS muda proposta e alunos vão continuar a chumbar por faltas. "Hoje vemos o PS a alterar a proposta que a ministra defendeu. É uma manta de incoerências. O caminho começa a ser cada vez mais estreito" para Maria de Lurdes Rodrigues, que não terá outra saída senão demitir-se, defendeu o deputado do CDS-PP.Todas as bancadas criticaram a proposta por não esclarecer todos os cenários e passar para as escolas a decisão. BE e PCP insistiram que a única pretensão dos socialistas é o de "escamotear as estatísticas do abandono escolar" (mais aqui)"
Cada vez se aprende menos neste Portugal politicamente correcto…

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terça-feira, outubro 30, 2007

Justiça à portuguesa.

"A Divisão de Investigação Criminal (DIC) da PSP do Porto deteve pela segunda vez, só neste mês, um jovem de 24 anos, por suspeitas de roubos a pessoas com recurso a armas brancas. Na sequência da primeira detenção tinha sido libertado pelo tribunal (e terá voltado a roubar no mesmo dia), mas desta vez ficou em prisão preventiva."
Não desesperem que estamos a melhorar. Não é que à segunda vez já foi preso?

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sexta-feira, outubro 26, 2007

Nenhum aluno chumba por faltas.

"Não há outra forma de resumir as novas alterações ao Estatuto do Aluno no segundo e terceiro ciclos (até ao 9.º ano) - aprovado com o voto único do PS -- , segundo o qual é possível passar de ano mesmo sem pôr os pés na escola.

No anterior projecto-lei aprovado em Conselho de Ministros ainda havia um certo pudor. Os alunos que excediam o limite de faltas tinham de fazer uma prova de equivalência: chumbariam se não conseguissem as notas necessárias, podendo como recurso apelar aos conselhos directivos. Agora o que passa a existir é uma prova de recuperação obrigatória para os faltosos, cuja nota nada vale: os alunos passam sempre e os conselhos directivos apenas têm de preparar planos de recuperação ou atribuir castigos (mais estudo ou outro tipo de tarefas), além de informarem os pais.

Trata-se de uma medida radical justificada em nome da integração, mas que, facilmente, permite mascarar as taxas do insucesso e do abandono escolar. Ou é esta a intenção do Ministério da Educação ou então existe uma forte crença na capacidade dos alunos portugueses para que, sem frequência e com notas negativas, concluam com sucesso a escolaridade obrigatória
."

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quarta-feira, outubro 24, 2007

"Orçamento manhoso".

"Bagão Félix considera que o Orçamento de Estado para 2008 é «manhoso» e empola a receita. O ex-ministro das Finanças defende que a redução do défice é feita com base numa «predação fiscal excessiva». Bagão Félix arrasa o orçamento de estado. O ex-ministro é muito crítico em relação à proposta do Governo para as contas de 2008.

Manhoso também porque prepara o ano de eleições em 2009 diz Bagão Félix. O ex-ministro defende que a redução do défice é feito com recurso ao aumento dos impostos. Os casos da transformação do Instituto das Estradas de Portugal em sociedade anónima ou dos hospitais em entidades públicas empresariais leva Bagão Félix a acusar o Governo de desorçamentação
."

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sábado, outubro 20, 2007

E a criminalidade continua a diminuir...

"Um menor de 16 anos esfaqueou ontem à tarde, com uma navalha, um colega de 18 anos, na escola Joaquim de Barros, em Oeiras, avançou ao CM fonte policial. O rapaz de 18 anos foi transportado para o hospital de S. Francisco Xavier. Não foi apresentada qualquer queixa."
Não foi apresentada queixa, não houve crime...

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quinta-feira, outubro 18, 2007

Novo CPP



"A proposta do PCP para a suspensão do Código do Processo Penal (CPP) vai hoje ser chumbada no Parlamento - apenas o BE apoiou a iniciativa comunista, classificada pelos restantes partidos como um caso de "oportunismo político", um "erro", uma "proposta para entreter". Na discussão, os deputados não pouparam nos adjectivos. A começar pelo próprio PCP, que qualificou o Código aprovado em Julho como um "acto de irresponsabilidade". "Quando a legislação penal é discutida na especialidade [ponto a ponto] no espaço de três semanas, a toque de caixa, estamos perante uma receita para o desastre", apontou o comunista António Filipe. Na resposta, Montalvão Machado, do PSD, não baixou o tom crítico. O CPP "foi discutido durante anos e anos, vem da legislatura anterior, foram ouvidos todos os agentes", referiu, admitindo um erro - a data de entrada em vigor (15 de Setembro), um facto pelo qual responsabilizou o PS. "Mas esse erro foi acompanhado de um alarmismo público descabido e foi para cavalgar esse alarmismo que o PCP apresentou este projecto", sustentou, argumentando ainda que a suspensão do CPP "criaria um vazio legal". Sónia Sanfona do PS, acusou o PCP de tentativa de "instrumentalização política, gerando um clima artificial de insegurança".
Se este CPP foi discutido durante anos e anos então ainda é mais grave. Claro que quando se libertam assassinos e pedófilos estamos perante alarmismo público descabido. A continuar assim a solução passará por prender os inocentes para salvaguardar a sua integridade física.

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