terça-feira, dezembro 30, 2008

Crise institucional.

"Não se trata apenas de uma questão jurídico-constitucional. Está também em causa uma questão de lealdade no relacionamento entre órgãos de soberania (mais aqui)."
Para os portugueses esta questão é pouco relevante. A grande maioria além de não ter percebido, está-se a borrifar. Mas este episódio é muito mais complexo do que parece. Na verdade, entre outras conclusões, se dúvidas havia, confirmou-se que os deputados da Assembleia da República dificilmente podem ser considerados nossos representantes. Já agora. O que vai acontecer quando o TC declarar o diploma inconstitucional?

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sexta-feira, maio 30, 2008

Questões da oposição a José Sócrates

"Francisco Louçã (BE) :

"Está disponível para integrar no Estado os 117 mil precários existentes?"

"É verdade. Celebramos acordos com os sindicatos, que na sua lógica são pouco sérios, para que depois de se auditarem essas situações se integrarem efectivamente os trabalhadores em contrato de funções públicas caso se verifique que devem ter um vínculo permanente", adiantou José Sócrates. Mas rapidamente o tom do diálogo entre o líder do Bloco e o primeiro-ministro ficou crispado, com os dois a trocarem mutuamente acusações de "mentirosos". O líder bloquista denunciou que o "secretário-geral da UGT andou com o dirigente da comissão política nacional a explicar o Código do Trabalho aos militantes do PS". Na resposta José Sócrates acusou o BE de querer "desprestigiar e condicionar" a UGT para não fazer qualquer acordo com o Governo, condenando Francisco Louçã por não resistir "ao ataque pessoal". "O BE pretende atacar, desprestigiar, condicionar a UGT", acusou Sócrates dizendo que "infelizmente o deputado Francisco Louçã não resiste ao ataque pessoal".

Santana Lopes (PSD) :

"Reconhece que Mário Soares foi demagógico quando analisou as questões da pobreza e das desigualdades sociais?"

"Há 910 mil portugueses com menos de dez euros por dia. Isso está de facto no relatório", confirmou, José Sócrates adiantando que o título do quadro remete esses dados para o ano de 2004, e acusando Santana Lopes de tentar "vender aos portugueses um tremendo embuste". "Onde chegou a desfaçatez política", observou. "Um político indignar-se com um número que diz respeito a um momento em que exerceu as funções de primeiro-ministro é o máximo do descaramento, eu essa nunca tinha visto em Portugal", acrescentou. Pedro Santana Lopes discordou, insistindo que "a situação agravou-se no país". O líder parlamentar laranja replicou mesmo : "Acha que Mário Soares, D. José Policarpo, o deputado Manuel Alegre estão todos errados? E que medidas pensa tomar?", questionou. Santana Lopes desvalorizou o facto de ter referido dados de 2004, sublinhando a curta duração do seu Governo: "não vale a pena fazer comentários a essas afirmações de que o indicador de pobreza se deve a seis meses de governação. É tão ridículo que não vale a pena".

Jerónimo de Sousa (PCP) :

" Não acha que a situação excepcional em matéria de combustíveis obriga a medidas excepcionais?"

José Sócrates lembrou as medidas anunciadas há uma semana na Assembleia da República, "como o congelamento dos preços dos passes sociais e os aumentos em 25 % dos abonos de família para os agregados familiares com menores rendimentos". Para o primeiro-ministro "uma intervenção directa do Governo, advertiu Sócrates, "era pôr o dinheiro de todos em jogo".

O líder comunista atacou, ainda, José Sócrates por, nos últimos anos, ter uma política que retira poder de compra aos portugueses e de dar "umas migalhas aos pobres". Na resposta Sócrates ripostou: "Acha que 120 milhões de euros por ano é uma migalha". O secretário-geral do PCP acusou, ainda, José Sócrates de ter um discurso que "soa a falso" e de não ter "medidas nem acções sobre a especulação bolsista".

Paulo Portas (CDS):

"Face ao falhanço das projecções macro-económicas, vai apresentar um orçamento rectificativo?"

"Chegaremos ao fim do ano com um Orçamento que terá o menor défice público em trinta anos de Democracia" garantiu José Sócrates. Para o primeiro-ministro "a despesa está controlada e irão ser cumpridas as metas orçamentais". "Chegaremos ao fim do ano com um orçamento que terá o menor défice da democracia portuguesa", afirmou Sócrates.

Perante as críticas de Portas por o Governo não baixar a carga fiscal sobre os combustíveis, Sócrates frisou que na altura do Governo PSD/CDS-PP o imposto, que era mais alto, não foi reduzido. José Sócrates acusou Paulo Portas de querer "fazer os portugueses acreditarem" que a culpa das subidas dos preços dos combustíveis é do Governo" , considerando que o líder do CDS-PP "está a fazer aproveitamento político mais básico e primário" da alta dos preços. Já o líder popular criticou duramente as políticas económica e fiscal de José Sócrates, considerando que "arruinam o poder de compra" dos portugueses e "sufocam as empresas". Os "abusos do fisco" face aos contribuintes e o "esquecimento dos mais pobres" foram também razões invocadas por Portas.

"As famílias estão endividadas como nunca estiveram", acrescentou Paulo Portas
. "

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quinta-feira, maio 29, 2008

Política actual.

1/ "Numa reacção aos sinais de descontentamento manifestados por Mário Soares e Manuel Alegre, o primeiro-minsitro considerou esta quinta-feira, no Parlamento, que o primeiro foi «vítima de um embuste», enquanto o segundo é «responsável pelos seus actos (mais aqui)».

2/ "Pergunto-lhe se mantém a mesma reacção perante a realidade de termos 930 mil portugueses com menos de dez euros por dia e 250 mil com menos de cinco euros? A questão é política, a do reconhecimento desta situação. Considera que Mário Soares também foi demagogo?"

Pedro Santana Lopes

3/ "Onde chegou a desfaçatez política. Um político indignar-se com um número que diz respeito a um momento em que exerceu as funções de primeiro-ministro é o máximo do descaramento, eu essa nunca tinha visto em Portugal "

Resposta de Sócrates

4/ "Acha que Mário Soares, D. José Policarpo, o deputado Manuel Alegre estão todos errados? E que medidas pensa tomar? Não vale a pena fazer comentários a essas afirmações de que o indicador de pobreza se deve a seis meses de governação. É tão ridículo que não vale a pena" (mais aqui).

Pedro Santana Lopes

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"Wrestling parlamentar".

1/ "A primeira regra da democracia é não mentir (mais aqui)”

José Sócrates para Francisco Louçã.

2/ “ Chamar-me mentiroso? Atreva-se. Os portugueses olham para si e para mim e sabem quem está a mentir

Desafiou Louçã

3/ "Depois do «Paulinho das Feiras», temos o «Paulinho das Bombas (mais aqui)"».

Sócrates para Paulo Portas

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terça-feira, maio 27, 2008

Combustíveis e impostos.

"O ministro da Economia disse hoje que "é falso" que os impostos sobre os combustíveis em Portugal sejam mais elevados do que a média da União Europeia (UE), afirmando que em Espanha os preços são abaixo do normal (mais aqui)".
Actualmente, segundo dados da Direcção Geral de Geologia e Energia, o peso da fiscalidade é em Portugal de 48% no gasóleo e de 59% na gasolina sem chumbo, o que compara com 47% e 58%, respectivamente, para a média europeia (mais aqui). Já agora. Quem quiser comparar os "Latest European Petrol Prices" favor clicar aqui

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segunda-feira, maio 26, 2008

EUA pedem explicações a petrolíferas.

"Representantes das maiores empresas petrolíferas foram chamados perante o Comité Judicial do Senado norte-americano para justificar os seus lucros e discutir as implicações dos mesmos na economia. No início do mês foi apresentado um projecto que pretende diminuir em 17 mil milhões de dólares os benefícios fiscais destas empresas, assim como penalizar com uma quebra de 25% dos lucros as empresas que não se mostrarem empenhadas na investigação de novas fontes de energia (mais aqui)".
Parece haver uma ligeira diferença entre a política americana e as nossas engenharias. Felizmente o mexilhão não fala…

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domingo, maio 25, 2008

Os rótulos de Sócrates

"Quando José Sócrates entra no hemiciclo para os debates quinzenais já sabe quem vai encontrar: o ‘incompetente’, o ‘sectário’, o ‘demagogo’ e o ‘moralista’. O primeiro-ministro colou um rótulo diferente a cada um dos seus interlocutores da Oposição, respectivamente: Pedro Santana Lopes, Jerónimo de Sousa, Paulo Portas e Francisco Louçã. E repete ideias que reforçam o ‘cognome’ do seu interlocutor quando discute as mais diferentes matérias. «O país já se habituou a ter uma Autoridade da Concorrência. Agora tem outra: a autoridade de Francisco Louçã», afirmou José Sócrates, na quarta-feira, na linha daquilo que tem sido a sua estratégia ao longo dos dez debates quinzenais já realizados (mais aqui)".

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terça-feira, maio 20, 2008

E o desemprego continua a diminuir...

"Cinco mil trabalhadores não docentes, dos 12 mil que se encontram em situação laboral precária, poderão ficar sem trabalho já a partir de 31 de Agosto (mais aqui)."

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segunda-feira, maio 19, 2008

Menezes abre "guerra" a Ferreira Leite.

“Qual é a credibilidade dela? Os 7% de défice ou o falhanço na Educação? (mais aqui)".

Curiosamente tal não o demoveu de a convidar para se manter como presidente da Mesa do Congresso do PSD (mais aqui)”.

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domingo, maio 18, 2008

80% dos primeiros empregos são de vínculo precário

"Muito se tem falado sobre o crescimento da precariedade laboral em Portugal. À custa de contratos a prazo, recibos verdes e outros vínculos instáveis, cerca de 20% dos trabalhadores têm um emprego instável. Em dez anos, este fenómeno agravou-se em 47% e afecta já 873 mil pessoas. Porém, tendo em conta que o fluxo entre contratados sem termo e a termo é relativamente neutro, como se explica este aumento tão acentuado? A resposta está nos estreantes no mercado de trabalho, ou seja, nas pessoas que começaram a trabalhar pela primeira vez - a maioria dos quais, jovens.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), solicitados pelo DN, quatro em cada cinco pessoas que entraram pela primeira vez no mercado de trabalho e com menos de seis meses de antiguidade nesse emprego possuem um vínculo contratual precário. E tal como acontece no universo total de trabalhadores, também neste segmento os contratos a termo têm vindo a ganhar importância. No primeiro trimestre de 1998, 69,8% das pessoas que se estrearam no mercado laboral nos seis meses anteriores tinham contratos precários; em 2004, esta percentagem já era de 76,2%; para, em 2008, atingir os 82,7%.

A maioria destes jovens trabalhadores estão a prazo. Dos 63 mil trabalhadores que, segundo o INE, declaram estar a trabalhar pela primeira vez há menos de seis meses, 42 mil tinham contratos a termo e 10,1 mil tinham recibos verdes (ou outros regimes precários). Apenas 11 mil, ou seja, 17% dos novos trabalhadores disseram ter obtido um emprego seguro.

Lei promove precariedade

Em teoria, a contratação a termo só é admissível para "satisfação de necessidades temporárias" das empresas e "pelo período estritamente necessário". É isso que diz o Código do Trabalho. Porém, o mesmo código estabelece que, para além dessas situações, "pode ser celebrado um contrato a termo" com "trabalhadores à procura de primeiro emprego ou de desempregados de longa duração". Ou seja, para estes trabalhadores não se impõe o carácter temporário da contratação a termo, o que o legislador justificou com a necessidade de fomentar o emprego.

Não se sabe ainda se esta cláusula se vai manter no futuro. O Código do Trabalho está a ser revisto, mas, até agora, apenas se conhece um documento do Governo no qual são definidas as linhas orientadoras da alteração legislativa. Nesse documento, é proposta a redução do período máximo admissível para a contratação a termo de seis para três anos. Simultaneamente, o ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, Vieira da Silva, defende um agravamento da taxa social única para os contratos a termo.

O INE divulgou na sexta-feira os resultados do último inquérito ao emprego, relativo ao primeiro trimestre de 2008. A taxa de desemprego fixou-se nos 7,6%, o que representa uma ligeira redução face ao trimestre anterior (7,8%), mas uma diminuição significativa relativamente ao trimestre homólogo de 2007. A quebra foi mais sentida entre os desempregados que procuram emprego há menos de 12 meses
."

DN

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sexta-feira, maio 16, 2008

E a criminalidade continua a diminuir...

"A criminalidade violenta e grave diminuiu 10,5 por cento no ano passado relativamente a 2006, apesar do crimes de “carjacking” terem subido 34 por cento, revela o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) de 2007, que amanhã é apresentado no Parlamento (mais aqui)"
Alegrem-se que em breve a criminalidade estará extinta. No mundo da estatística governamental claro…

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quarta-feira, abril 23, 2008

Semântica.

"A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, defendeu esta quarta-feira que casos como o da agressão de uma aluna de 11 anos a uma professora de Matemática, ocorrido na passada segunda-feira na Escola Básica 2.º e 3.º Ciclos Padre Abílio Mendes, no Barreiro, são "dramáticos, mas isolados (mais aqui)".
O governo anda a melhoar a semântica. Passou-se de “casos pontuais e repetitivos” para “casos dramáticos mas isolados”.

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Recibos verdes.

"O primeiro-ministro, José Sócrates, considerou hoje "uma injustiça gritante" a situação de muitos trabalhadores, maioritariamente jovens, a trabalharem em regime de recibos verdes e a pagarem toda a sua protecção social. "É preciso reduzir os recibos verdes e combater os falsos recibos verdes", disse José Sócrates, explicando que estes são os trabalhadores que estão dentro das empresas como trabalhadores independentes (mais aqui)".
Por acaso o Estado é um dos grandes empregadores de recibos verdes… Ou não?

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terça-feira, março 18, 2008

Comício do PS.

"Quero agradecer a vinda a todos os que estão dentro do pavilhão, mas também a todos os que estão lá fora. Este não foi um comício, mas dois comícios. Não é o espaço que é pequeno, é o PS que é um grande partido", afirmou José Sócrates (mais aqui)". O receio de ter no Pavilhão do Académico do Porto «pessoas menos entusiasmadas ou que até possam vaiar Sócrates» levou a máquina partidária do PS a fazer uma selecção dos militantes para o comício desta tarde, disse ao SOL um dirigente concelhio (mais aqui)".
Para quem conseguiu juntar aqueles velhinhos do interior do país no Hotel Altis a bater palmas a António Costa esperava-se melhor. Muito melhor…

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domingo, março 09, 2008

"Luís Filipe Menezes e o paradoxo na vida política portuguesa"


"O Conselho Nacional do PSD aprovou "de forma largamente maioritária", revelou Ribau Esteves, secretário-geral, os cinco novos regulamentos internos do partido (mais aqui)".
"Menezes e a clique de refugo do partido que com ele chegou à direcção do PSD já estão a tratar, no Conselho Nacional deste fim-de-semana, daquela que parece ser a sua única especialidade política: abrir a porta às chapeladas nas votações internas, transferir a residência de militantes ao sabor das conveniências, etc. – em suma, blindar qualquer tentativa de serem apeados, pelo voto, do poder que ainda há pouco conquistaram. Bem se podem unir num indignado coro de protesto os anteriores secretários-gerais do PSD. Nesta matéria, Menezes e o seu grupo não brincam em serviço, como já demonstraram no passado. Não vai ser fácil tirá-los de lá antes de 2010 (mais aqui)".

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sábado, março 08, 2008

"Quem tem medo do lobo mau"?

"O ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva acusou, ontem à noite, em Chaves, à entrada para uma reunião sobre os três anos de Governo, os manifestantes de estarem a levar a cabo uma intimidação anti-democrática e atribuiu o combate pela liberdade apenas a "históricos" do PS. O ministro acusou ainda os manifestantes de "nem sequer saberem distinguir entre Salazar e os democratas" e de nem terem "lutado contra o fascismo".

"A liberdade é algo que o País deve a Mário Soares, a Salgado Zenha, a Manuel Alegre... Não deve a Álvaro Cunhal nem a Mário Nogueira", afirmou Santos Silva, acrescentando que estes "lutaram por ela antes do 25 de Abril contra o fascismo, e lutaram por ela depois do 25 de Abril contra a tentativa de tentar criar em Portugal uma ditadura comunista", sustentou.

"O clima político que algumas pessoas estão a tentar desenvolver em Portugal é um clima de intimidação, é um clima próprio da natureza anti-democrática dessas forças. E se for preciso defender outra vez, como defendemos em 75, a liberdade em Portugal, o Partido Socialista, posso garantir, estará na linha da frente da defesa das liberdades públicas
(mais aqui) "

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quinta-feira, março 06, 2008

Governo recua e forma mais dois mil polícias.

"O Ministério da Administração Interna vai abrir as portas à formação de mais dois mil agentes e militares, da PSP e da GNR, contrariando o que tinha sido anunciado pelo próprio primeiro-ministro, José Sócrates, no ano passado, que afirmara não haver novas formações em 2008 e 2009 (mais aqui)".
O que é hoje, amanhã quem sabe? É isto que a política tem de bom. De qualquer forma, com a criminalidade a descer tão abruptamente, estas novas vagas só se justificam se fizerem parte dos famosos novos 150 mil empregos prometidos por Sócrates.

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Comício nacional do PS

"O comício nacional do PS marcado para o dia 15 de Março no Porto, que levará José Sócrates ao reencontro com as bases, foi transferido da Praça de D. João I para o Pavilhão do Académico, uma mudança que “protegerá” o líder socialista de qualquer imprevisto vindo da rua (mais aqui)."
Como dizia um comentador anónimo: “Sei de um T2 livre nas antas, condomínio fechado,... Se calhar seria o lugar ideal para o comício. Possui videovigilância exterior e não será difícil de encher com apoio de uma ou duas agências de publicidade, fazem preços baratos em caso de contratação de famílias em que as crianças também possam ir só cobram os adultos.... É uma ideia não sei...”

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segunda-feira, março 03, 2008

Para memória futura.

"Nós não faremos coligações com o PS nas autárquicas em 2009. Por uma razão muito evidente, é porque os nossos projectos políticos, nas legislativas, nas autárquicas, enfim, na condução da política do País, estão em confronto."

Francisco Louçã

Mas tal "não implica que daqui a ano e meio, altura em que se vão realizar novas autárquicas, se avalie como correu a coligação e se reequacione a vantagem de esta continuar" segundo José Sá Fernandes
(mais aqui)".

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sábado, março 01, 2008

Jorge Coelho na Mota-Engil

"Jorge Coelho vai ser consultor da Mota-Engil, participando narevisão da estratégia do grupo para os próximos 5 anos. Ironias do destino: Coelho demitiu- se do Governo na sequência da queda da ponte de Entre-os-Rios,e vai agora trabalhar para uma empresa de construção civil. Depois da contratação de Luís Parreirão, antigo secretário de Estado das Obras Públicas, precisamente no ministério de Jorge Coelho, que desempenha hoje funções executivas no grupo, a Mota-Engil vai assim recorrer a mais um ex-governante socialista (mais aqui)".

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