sexta-feira, setembro 25, 2009

Fumaça.

"Fernando Lima deixou de ser o responsável pelas relações de Belém com o exterior por se considerar que, depois da polémica à volta do seu nome, não poderia assegurar o lugar com eficácia (mais aqui)"
Parece que a “Orquestra Vermelha” inventou um não facto para mascarar a queda do “chefe”…

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terça-feira, fevereiro 03, 2009

Freeport.

"Uma sondagem elaborada pela Universidade Católica para a RTP/Antena1/Jornal de Notícias revela que os portugueses consideram que as explicações de José Sócrates sobre o caso Freeport não foram suficientes (mais aqui)"
Brilhante o “Prós e Contras” de ontem sobre o assunto. O seria antes o "Prós"?

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quinta-feira, junho 21, 2007

Aviso à navegação.

Ainda sobre o Blog "Do Portugal Profundo".

«Primeiro, eles vieram buscar os comunistas.
Não disse nada, pois não era comunista;

"Depois, vieram buscar os judeus.
Nada disse, pois não era judeu;

Em seguida, foi a vez dos operários.
Continuei em silêncio, pois não era sindicalizado;

Mais tarde, levaram os católicos.
Nem uma palavra pronunciei, pois não sou católico.

Agora, eles vieram-me buscar a mim,
e quando isso aconteceu, não havia mais ninguém para protestar
.”

(Escuta Zé Ninguém, Bertold Brecht)

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quarta-feira, junho 06, 2007

Políticas...

"O debate mensal no Parlamento, na quinta-feira, confirmou os piores receios. Sempre que se fala da Ota ou do futuro aeroporto internacional de Lisboa, o Governo reage epidermicamente, sacudindo as responsabilidades da decisão para executivos anteriores. No hemiciclo de S. Bento, José Sócrates cometeu a proeza de não responder a uma única questão concreta sobre a escolha da Ota. E foram muitas as que lhe dirigiram as várias bancadas parlamentares. Se Marques Mendes ou Paulo Portas têm dúvidas, tivessem-nas tirado quando estiveram no Governo. Se não há estudos alternativos, tivessem-nos encomendado na altura. E por aí fora. Este Governo não tem dúvidas e, por isso, não tem nada a esclarecer. Engana-se. "

MRamires

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sexta-feira, maio 25, 2007

OTA por favor...

"Acho faraónico fazer o aeroporto na Margem Sul, onde não há gente, onde não há escolas, onde não há hospitais, onde não há cidades, nem indústria, comércio, hotéis e onde há questões da maior relevância que é necessário preservar."

Mário Lino

"Um aeroporto na Margem Sul tem um defeito: precisa de pontes. Suponham que uma ponte é dinamitada. Quem quiser criar um grande problema em Portugal, em termos de aviação internacional, desliga o Norte do Sul do País."

Almeida Santos

Fala-se que o aeroporto construído na margem Sul do Tejo seria mais barato, mas o problema é que o barato sai caro. Uma coisa é a construção do aeroporto, outra coisa é a sua utilização durante décadas. Imaginem 20 milhões de pessoas a terem de pagar portagens à Lusoponte. Dá seguramente centenas de milhões de euros por ano. Se fosse administrador ou accionista da Lusoponte estaria disponível para dar uma pequena percentagem dessa quantidade a todas as campanhas destinadas a desqualificar o aeroporto da Ota

Vital Moreira

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terça-feira, maio 22, 2007

Assim vai Portugal.

"Desemprego empurra 75 mil para Espanha. Se nos jovens licenciados as razões da emigração se prendem, regra geral, com a falta de oportunidades de trabalho satisfatório, nos trabalhadores pouco qualificados, a emigração crescente relaciona-se com a feroz concorrência que estão a sofrer dos imigrantes oriundos do Brasil, da Ucrânia, Roménia, Moldávia e dos PALOP. Tanta oferta de mão-de-obra - os imigrantes legais estimam-se em 500 mil - para trabalho pouco qualificado está a exercer uma pressão de baixa nos salários. E os portugueses procuram mercados onde o trabalho é mais bem pago.Mas a ilusão de um melhor salário está, em muitos casos, a ter um sabor amargo. Somam-se os casos de exploração da mão-de-obra portuguesa, em condições de quase escravatura, em países como a Espanha e a Holanda e de agressões de índole racista no Reino Unido ou na Irlanda (mais aqui)."
Tal situação possibilita ao ministro dizer que o desemprego está a diminuir. E ainda por cima pode comprovar isso com dados. Mas a verdade é que o estado miserável do país está a empurrar os portugueses para fora do país como nos piores tempos do regime Salazarista. E, para agravar a situação, estão a ser substituídos por mão-de-obra escrava composta por imigrantes sem qualificações. Com a bênção do cínico politicamente correcto.

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sexta-feira, maio 18, 2007

Desemprego.

"Desemprego sobe para nível inédito (mais aqui)".
Tal não impede, segundo Sócrates, de cumprir a promessa dos 150 mil empregos…

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quinta-feira, maio 17, 2007

Se o ministro diz...

1/ "A taxa de desemprego estimada para o primeiro trimestre foi de 8,4 por cento, mais 0,7 pontos percentuais que no mesmo período do ano passado, indicou esta quinta-feira o Instituto Nacional de Estatísticas (INE), noticia a agência Lusa (mais aqui)."

2/ "O ministro do Trabalho afirmou hoje à Lusa que há dados que contrariam a tendência de aumento do desemprego mostrada pelo INE e considera que, mantendo-se a aceleração do crescimento económico, Portugal está em condições de conter e começar a reduzir o desemprego (mais aqui)."

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quarta-feira, maio 16, 2007

Movimento «Parem o PNR»

"O movimento criado no dia 25 de Abril, por nove pessoas, quatro delas mulheres, de vários quadrantes políticos com idades compreendidas entra os 20 e os 40 anos, professores e estudantes universitários «com uma vida em comum» têm a intenção de alertar a opinião pública para o renascimento do nazi-fascismo no nosso país e pretendem mostrar a todos os cidadãos que o PNR viola claramente o artigo 240 do código penal (que pune a discriminação racial) e o artigo 46º da constituição portuguesa (liberdade de associação desde que estas não se destinem a promover a violência) (mais aqui)."
A “Orquestra Vermelha” anda desesperada. Em democracia, o combate político exerce-se nas urnas, não com repressão e perseguições. Estes “democratas” são a imagem clara da ditadura que actualmente sufoca Portugal: o "politicamente correcto".

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Primeira opção.

1/ "António Costa tinha vontade e foi a primeira opção de José Sócrates para uma candidatura à Câmara de Lisboa (mais aqui). "
Foi a primeira opção depois das recusas de Ferro Rodrigues e Jorge Coelho conforme nos informa o “Sol” (ler aqui).

2/ "PSD escolhe Negrão para Lisboa à quarta tentativa". A versão oficial é a de que não houve nenhum convite até ontem ao final da tarde. O PSD não convidou Fernando Seara. Terá sido, apenas, abordado. Nem Manuela Ferreira Leite ou Joaquim Ferreira do Amaral foram convidados (mais aqui)."

Enquanto Costa não sendo passa a ser, Negrão sendo passa a não ser. Assim vai a nossa comunicação social…

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Matar dois Coelhos numa só cajadada...

"A fase Bravo de prevenção aos incêndios florestais em Portugal foi activada ontem, apenas com dois helicópteros ligeiros – estão previstos 14 – e com a rede de vigilantes, sob gestão da GNR, ainda incompleta. Um dos helis já em funções é um Ecureil, destinado ao transporte das equipas de primeira intervenção (mais aqui)."
Depois da “brilhante” política de Costa implementada o ano passado, a nova época parece arrancar (continuar) coxa. Será que a prevenção aos incêndios florestais em Portugal vai sentir falta de António Costa? Será que este vai ficar com pena de deixar o lugar? Como diz Sócrates, Costa “é porventura um dos mais talentosos políticos da sua geração”….

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segunda-feira, maio 07, 2007

Crescimento da economia.

"Bruxelas reviu em alta a previsão de crescimento da economia portuguesa para este ano e o próximo, mas para um valor que continua a ser o mais baixo na União Europeia, mantendo a tendência de divergência pelo sétimo ano consecutivo. Portugal deverá, por isso, continuar a afastar-se dos seus parceiros europeus pelo sétimo ano consecutivo em 2008 (mais aqui)."
Nada que não permita a Sócrates anunciar esse crescimento como uma grande vitória do seu governo. E as avestruzes batem palmas …

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quinta-feira, maio 03, 2007

Coerências.

"O PS não é coerente em Lisboa porque, por exemplo, aceita cargos e faz acordos com o presidente da câmara de Oeiras, que foi acusado e constituído arguido. Isto só revela que os socialistas usam dois pesos e duas medidas. Há também outros casos em que os autarcas são arguidos e não tiveram de suspender o mandato. É o que se passa na Câmara de Setúbal, em que a presidente comunista, terceira da lista, é arguida. Quanto ao Bloco de Esquerda (BE), o vereador Sá Fernandes está sempre contra tudo e contra todos e exige eleições intercalares, em Lisboa. Mas o certo é que em Salvaterra de Magos o partido não defende o mesmo e permite que a autarca eleita pelo BE continue no cargo apesar de ser arguida. Logo, os bloquistas também não são coerentes, pois defendem princípios que não praticam (mais aqui)."

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sexta-feira, abril 20, 2007

Contra-ataque.

"Mário Soares pediu ao primeiro-ministro, perante as recentes suspeitas, que continue com a «determinação, inteligência e coragem que demonstrou nos últimos dois anos», pois «outros» antes de Sócrates também «foram vítimas de ataques sórdidos e infundados» - referindo-se a Ferro Rodrigues."
A situação estava a ficar tão mal que Sócrates teve de recorrer a Soares para colocar a casa em ordem. Começou o contra-ataque…

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segunda-feira, abril 16, 2007

Assim vai o "nosso" jornalismo.

"As notícias sobre a licenciatura de José Sócrates na Universidade Independente (UnI) fizeram todo o sentido há cerca de um mês.

(...)

Nesse exame público, sobretudo para as pessoas que queriam ouvir sem pretensões de juiz, José Sócrates foi convincente nas respostas...

Antes e depois, se a proposta era provar que tinha havido favorecimento - e era -, a polémica deu em nada.

(...)

Não é nada disto, infelizmente, que está a acontecer. Sucede-se a divulgação de factos irrelevantes e o caso resvalou para uma guerra entre dois jornais, que podem ser ligados aos interesses dos respectivos grupos económicos, e o primeiro-ministro.

(...)

Tudo isto pode não ser bom para José Sócrates. Mas tem faltado dizer que já está a ser péssimo para o jornalismo português
(mais aqui)."
Claro que um certificado de habilitações de 1996, enviado à Câmara da Covilhã, numa folha da Universidade Independente que identifica a instituição com um código postal e número de fax com a nova numeração introduzida só depois de 1998 não é um facto relevante.

Claro que a existência de dois certificados de habilitações com datas diferentes da conclusão do curso e com dados diferentes no que diz respeito às disciplinas que foram concluídas também não é um facto relevante.

Claro que o facto de Luís Arouca não ser reitor da Universidade Independente quando autorizou o plano de equivalências e permitiu que José Sócrates terminasse a sua licenciatura em engenharia civil na instituição também não é um facto relevante.

Se calhar, facto relevante é, como diz Vital Moreira (ler aqui), o facto de Marque Mendes não ser advogado (ler aqui). O “já chega” chegou para branquear. É que quanto mais se mexe …

O verdadeiro interesse destas entrevistas está na publicação das habituais sondagens dando razão ao visado (ler aqui), terminando assim de vez com o drama, ou, na pior das hipóteses, emperrando a sua continuação.

Uma coisa é certa. Este caso está a ser péssimo para (algum ) jornalismo português.

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domingo, abril 15, 2007

Pois pois.

"A campanha para descredibilizar o primeiro-ministro José Sócrates, a propósito das suas habilitações académicas, prossegue, mas assumindo agora contornos ridículos, porque começam a faltar argumentos aos seus promotores. Limitam-se, pelo que se vai vendo, a fazer “revisões da matéria dada” como fez o ‘Público’ na sua edição de ontem, ou então, desfazem-se em diligências para apurar eventuais erros administrativos cometidos pelas secretarias das universidades (como se isso fosse atribuível aos alunos) para não deixar apagar a chama da difamação em que estão empenhados.

Mas esta semana teve episódios mais engraçados. Por exemplo, a ida à Entidade Reguladora da comunicação dos senhores directores do ‘Público’, da SIC Notícias e da Renascença para se pronunciarem sobre a pressão do gabinete do PM sobre jornais e jornalistas. As declarações que produziram à saída foram muito divertidas. Pareciam virgens solitárias muito perturbadas a queixarem-se de terem recebido telefonemas, com pressão, que as tinham deixado muito afogueadas.

Ora, é sabido que os assessores do PM e o próprio, sobretudo quando as notícias começaram a ser difamatórias (o que dizer das da Renascença do pudico Sarsfield Cabral que terminavam sempre, “engenheiro não, licenciado talvez?” telefonaram directamente para os autores das notícias a pedir correcção e, no pleno uso dos seus direitos, a avisar que recorreriam aos tribunais para reposição da verdade.

Esta “pressão” exercida por qualquer cidadão é inteiramente legítima. O direito de resposta, sobretudo em situações em que está em causa a honorabilidade e a dignidade de quem quer que seja, não chega. Em democracia, o diálogo entre os cidadãos e os meios de comunicação social é inteiramente ajustado porque, uma vez publicado um texto que manche a honra de uma pessoa, a reparação é praticamente impossível. Esta acção em legítima defesa não subverte os princípios jornalísticos.

Se, por exemplo, o director do ‘Público’, José Manuel Fernandes, soubesse que um jornal ia publicar um relato a seu respeito em que afirmava a sua participação, nos tempos do PREC, num tribunal popular/partidário que condenou à morte um menor, coisa que é obviamente falsa, assistia-lhe o direito de exigir a não publicação desse relato e até o recurso aos tribunais para evitar que o relato fosse divulgado. Os jornalistas não devem ter medo destas pressões e devem perceber que os cidadãos, numa sociedade de informação, não têm que prestar vassalagem aos meios de comunicação social
(mais aqui).

Emídio Rangel

A tendenciosidade das notícias só nos leva a acreditar mais no contrário do defendido. Dantes ainda havia um certo acanhamento eu compunha as notícias e deixava a dúvida no ar. Agora já ninguém se preocupa com isso. Das duas uma: ou a qualidade dos fazedores de opinião diminuiu, ou pensam que o povo é acéfalo.

P.S. Lembram-se do "Caso Universidade Moderna" no qual o PS e “Orquestra Vermelha” quiseram implicar Paulo Portas e também Santana Lopes? Não pediram a demissão de Portas do Ministério da Defesa até esclarecimento cabal do "caso". E agora?

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sábado, abril 14, 2007

“Silêncio que se vai cantar o Fado.”

1/ "O ministro dos Assuntos Parlamentares, Santos Silva, aconselhou o líder do PSD, anteontem à noite, a dar por encerrada a polémica das habilitações académicas de José Sócrates, avisando que "o povo não costuma acompanhar" alegadas campanhas de calúnias. Horas depois de PCP, BE e CDS/PP se darem por satisfeitos com os "esclarecimentos" prestados por Sócrates, quarta-feira à noite na RTP, o ministro Santos Silva cavalgou esta onda pacificadora, insistindo que a voz dissonante de Marques Mendes fará melhor em calar-se."As dúvidas que houvesse estão esclarecidas. A única coisa que pode restar é a continuação, que seria insuportável, do ponto de vista democrático, de uma campanha negativa e igual a tantas outras que procuraram atingir o PS e o seu líder, mas a que o povo português respondeu maciçamente, penalizando os caluniadores. É isso que irá acontecer nas próximas semanas, se essa campanha prosseguir", declarou Santos Silva (mais aqui). "

2/ "Luís Arouca não era reitor da Universidade Independente (UnI) quando autorizou o plano de equivalências e permitiu que José Sócrates terminasse a sua licenciatura em engenharia civil na instituição, garante este sábado o jornal «Expresso» (mais aqui)."

3/ "A Universidade Independente (UnI) passou a José Sócrates dois certificados de habilitações com datas diferentes da conclusão do curso e com dados diferentes no que diz respeito às disciplinas que foram concluídas, noticiou a TVI."

Concordamos inteiramente com Santos Silva. Quanto mais se mexe nisto mais as dúvidas são esclarecidas. E, para mais, “povo português respondeu maciçamente, penalizando os caluniadores”…

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sexta-feira, abril 13, 2007

O grande logro.

1/ "A Universidade Independente (UnI) passou a José Sócrates dois certificados de habilitações com datas diferentes da conclusão do curso e com dados diferentes no que diz respeito às disciplinas que foram concluídas, noticiou a TVI (mais aqui)."

2/ "O Bloco de Esquerda disse que o que interessava era saber se o primeiro-ministro favoreceu ou foi favorecido. Não há factos que permitam sustentar hoje qualquer alegação de favorecimento. O dr. Marques Mendes entende que em política se devem fazer julgamentos de carácter, mas a política não é um tribunal moral, é de responsabilidade pública e esse critério aplica-se a todos os políticos (mais aqui)"

A entrevista de Sócrates não passou de um grande logro. Exigida a explicação há muito pela oposição e planeada ao pormenor por Sócrates, o assunto foi branqueado pela máquina mediática (sondagens e artigos de opinião) e restante “Orquestra Vermelha”, numa perfeita sintonia jamais vista por terras lusas. Os políticos confiam na cegueira da imensa carneirada que os apoia e esta parece não os decepcionar. Que venham as contrapartidas para a "Orquestra Vermelha"!!!

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quinta-feira, abril 12, 2007

Melhor é impossível.

"Voltando ao exame de ontem: essa licenciatura não lhe pode ser recusada. Passou e publicamente (mais aqui). "

"Entrevista: Sócrates passa no exame (mais aqui)"
Diríamos mais, melhor é impossível. Sobre a entrevista, como diz Lobo Xavier "José Sócrates não esclareceu porque falou tão tarde. Disse que estava à espera que decorresse o processo de investigação em relação à Universidade Independente mas este ainda está em curso. É uma falácia política. Qualquer cidadão colocado perante tantos factos – a questão da data de lançamento da conclusão do curso, estatísticas erradas que dizem que não houve licenciados no seu ano de curso – teria uma reacção: eu reconheço que a minha vida académica parece uma trapalhada, mas não é, porventura por culpa da instituição. Eu nunca vi um tão grande amontoado de factos erróneos, contradições. Não há como não admitir que a situação precisa de se explicar

ou como diz Pacheco Pereira

"Há esclarecimentos que o primeiro-ministro não deu. Usou ou não de forma indevida títulos académicos a que não tinha direito? A resposta é sim, voluntariamente ou quanto mais não seja por omissão. Nenhum deputado permite que se reproduzam documentos que lhe atribuem títulos académicos que não tinha. Foi um jovem que se deixou deslumbrar. Quanto ao processo Universidade Independente caiu em contradições: hoje [ontem] falou dos seus professores, ao PÚBLICO disse que não se lembrava dos professores. Pode ser vítima de caos administrativo mas isto tem que ser esclarecido. O caso não acabou."

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quarta-feira, abril 11, 2007

Excelente antecipação.

"O sr. primeiro-ministro vai ser entrevistado esta noite por dois jornalistas com um percurso profissional acima de toda a suspeita. Infelizmente, isso não impede que essa entrevista pareça ter sido agendada politicamente em seu exclusivo benefício e num território controlado por si. Admito que se trate de uma suposição injusta, mas é o preço da suspeita que se instalou e, também, da sua obsessão permanente em domesticar a agenda mediática - obsessão que agora se vira contra si (mais aqui)."

Vicente Jorge Silva

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